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setembro 30, 2005

"Nogueira Pinto denuncia partidarização da Câmara "

(Notícia Diário de Notícias, de 30 de Setembro)

"Maria José Nogueira Pinto, criticou a partidarização da autarquia através da colocação de assessores políticos sem experiência e formação em cargos de competência técnica. "Houve uma grande partidarização da Câmara, que já vem de longe e, numa casa como esta, que tem funções técnicas tão importantes, isso é praticamente a morte", disse a candidata numa acção de campanha junto ao edifício da autarquia em Entrecampos. "Os assessores políticos não podem substituir os técnicos", defendeu.

Nogueira Pinto distribuiu uma carta aos funcionários quando estes entravam para os serviços, na qual considerou que "a colocação de chefias sem experiência autárquica anterior e sem formação ajustada aos lugares" prejudicou a eficiência da autarquia, além de constituir um factor de desmotivação para as pessoas que ficaram subordinadas a essas mesmas chefias. Para Maria José Nogueira Pinto, "a Câmara é uma grande máquina que não funciona", nomeadamente devido à duplicação de competências."

Publicado por CDSLX às 07:35 AM

setembro 29, 2005

Programa de Campanha para amanhã, sexta-feira dia 30

PROGRAMA DE CAMPANHA
30 de Setembro


15H00 » Acção de rua em Campo de Ourique com visita à Casa Fernando Pessoa
(Ponto de Encontro: No largo do Hospital Inglês, R. Silva Carvalho)

20H30 » Jantar das freguesias ocidentais (Ajuda, Santa Maria de Belém, São Francisco Xavier)
(Restaurante Chimarrão, Montes Claros, Monsanto)

Publicado por CDSLX às 07:24 PM

Ouvir os mais idosos

“Os senhores têm que pensar que constituem 25 por cento da população desta cidade. E isso nenhum presidente da Câmara pode esquecer. Têm que ter noção da vossa importância”. Foi desta forma que Maria José Nogueira Pinto se dirigiu a um grupo de idosos que a escutavam durante a visita de hoje ao centro de dia do Centro Comunitário do Alto do Pina.

Depois de visitar o lar Nossa Senhor da Vitória, na Rua do Crucifixo, a candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa foi recebida no centro de dia, onde ouviu as principais queixas daquele grupo de idosos, as quais vão desde o estado dos passeios à sensação de insegurança que têm nas suas próprias casas.
Maria José Nogueira Pinto passou então a explicar algumas das medidas visadas no programa do CDS para a autarquia, como a criação de residências assistidas, a revisão do Porta-a-Porta ou o estabelecimento do tele-alarme. Este último muito bem recebido entre os muitos idosos presentes.
No que diz respeito às residências assistidas, a democrata-cristã sublinhou a importância de “distinguir os cuidados à 3ª idade do isolamento que muitas vezes resulta do próprio urbanismo”, acrescentando ainda que esta será uma medida a implementar inicialmente nas zonas desertificadas, como é o caso da Baixa Pombalina, onde Maria José Nogueira Leite pretende criar entre 4 a 5 residências assistidas no decorrer do próximo mandato.
“Se deixarmos que a reabilitação na Baixa não tenha em conta uma série de factores, como este tipo de residências, a revitalização do comércio ou o criar condições para a classe média, não conseguiremos nada”, refere a candidata.
Já sobre o tele-alarme, e numa cidade onde existem cerca de 35 mil idosos isolados, Maria José Nogueira Pinto defende que “não se trata de um equipamento muito caro e seria essencialmente indicado para pessoas que simultaneamente estejam isolados e tenham pouca mobilidade”. Para a candidata, “seria correcto a Câmara poder ceder esses equipamentos” e os pagamentos mensais seriam feitos conforme as possibilidades financeiras de cada um. Sendo que a Segurança Social poderia ter aqui um papel a desempenhar.

Mensagem aos trabalhadores

Visita ao edifício da CML

Mesmo antes da visita aos lares de idosos, Maria José Nogueira Pinto esteve com a sua comitiva à porta do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, em Entrecampos, distribuindo uma carta a todos os trabalhadores da instituição.
Na mesma, a candidata defende o “Arrumar a Casa”, um compromisso que “não é possível (...) sem o envolvimento e o contributo de todos os que nela ‘habitam’”. Por isso, Maria José Nogueira Pinto toma como desafios “conseguir envolver os funcionários na ‘arrumação da casa’ e conseguir posicionar a ‘arrumação’ como factor de motivação”. Ainda, “criar factores de motivação e instrumentos que permitam premiar a competência e o empenho”, “criar mecanismos de gestão que permitam aproximar a dinâmica da organização do sector empresarial”, “tornar os mecanismos de gestão facilmente transmissíveis aos sucessores políticos” e, por fim, “criar uma cultura organizacional que possa sobreviver à rotatividade política”.

Publicado por CDSLX às 06:59 PM

setembro 28, 2005

Programa de Campanha para amanhã, quinta-feira 29 de Setembro

29-Setembro, Quinta-Feira

09H00-10h30 » MJNP contacta com os trabalhadores da CML, à entrada do edifício de Entrecampos, a quem irá entregar uma carta com o seu programa para a estrutura da CML.

11h00 » MJNP visita o Lar de Nossa Senhora da Vitória (Rua do Crucifixo n.º100)

12h30 » MJNP visita o Centro de Dia do Centro Comunitário do Alto do Pina
(Rua Abade de Faria 37 r/c, no edifício da Junta de Freguesia do Alto do Pina)

20h00 » Jantar de trabalho com Taxistas de Lisboa.
ATENÇÃO: Como se trata de um jantar de trabalho, convidam-se os Srs. Jornalistas a comparecerem apenas às 22H, altura em que será feita uma comunicação à Imprensa.
(Restaurante do Centro Congressos de Lisboa – FIL Junqueira)

Publicado por CDSLX às 04:38 PM

Cancelamento

Foi cancelado, por parte da organização, o debate da Associação SOS Racismo em que participaria o candidato do CDS, João Almeida, hoje pelas18H30 na Associação Cabo-Verdiana em Lisboa.

Publicado por CDSLX às 04:34 PM

Tempos de Antena

Na coluna lateral pode encontrar os ficheiros áudio com os tempos de antena da candidatura do CDS/PP à Câmara Municipal de Lisboa

Publicado por CDSLX às 04:30 PM

Marcha de Campanha

A campanha Lisboa em Boas Mãos já anda na rua ao som da nossa marcha de campanha, que pode escutar clicando no ícone na coluna lateral:

A Lisboa não fiques indiferente
Mostra que és gente
Que a sabes amar
A Lisboa dá a tua mão
E a tua paixão
De a saber beijar

Assim é a Liberdade
O fado, a saudade
Que queremos cantar
Não fiques em casa
Gaivota sem asa
Não sabe voar

E assim vem cá ver a gente
Que voa contente
P´ra ir votar
Porque é São Vicente
Que abençoa a gente
Porque é Popular

Lisboa tu tens a mulher
Que sabe o que quer
Que tem coração
E desta maneira
Tens a vida inteira
Sempre em "Boas Mãos"

Letra José Luís Gordo e Música de Carlos Macedo

Publicado por CDSLX às 10:38 AM

"Nogueira Pinto promete ajudas"

(Notícia Jornal de Notícias, de 28 de Setembro)

"Bem-vinda à nossa escola", receberam, em coro, as crianças do infantário do Bairro dos Lóios, em Marvila, a candidata à Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, ontem, ao fim da manhã.

Em reunião com a Associação de Moradores, que gere o centro de infância do bairro, a candidata do CDS-PP referiu que "é preciso incentivar o empenho dos cidadãos que realizam estes projectos, quando deviam ser da responsabilidade do Estado".

O infantário do bairro tem dificuldades com as despesas, já que, das 118 crianças matriculadas, apenas 92 são comparticipadas pelo Estado. "Não é possível pedir às Instituições Particulares de Solidariedade Social que façam de tesoureiro do Governo. Não se pode pedir este esforço", insistiu a candidata à autarquia.

As crianças presentearam Maria José Nogueira Pinto com desenhos e cartazes, onde expressaram os seus desejos para a escola e para o bairro. No "caderno reinvindicativo dos mais novos munícipes do concelho", como brincou Nogueira Pinto, estavam os pedidos de um campo de jogos e de material para as salas e recreio. "Vamos lá ver se com ou sem autárquicas arranjamos isto", prometeu a candidata.

A campanha passou ainda na Creche da Santa Casa da Misericórdia, no Jardim da Estrela, e na Fundação Júlia Moreira, na freguesia de São João ."
P. P. G.

Publicado por CDSLX às 08:05 AM

setembro 27, 2005

"CDS/PP acusa executivo camarário de «provincianismo»"

(Notícia Diário Digital / Lusa)

A candidata do CDS/PP à presidência da Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, acusou esta terça-feira de «provincianismo» o executivo social-democrata da autarquia devido à escolha do arquitecto Frank Gehry para reabilitar o Parque Mayer.

«Há um provincianismo que leva a pensar que trazer um grande arquitecto estrangeiro nos promove, em vez de ter a lucidez de resolver pequenos problemas da cidade», afirmou Maria José Nogueira Pinto, no final de uma visita à escola básica nº31 do Lumiar.
A escolha do arquitecto Frank Gehry para a reabilitação do Parque Mayer foi anunciada em 2002 pelo ex-presidente da autarquia Pedro Santana Lopes, entretanto substituído no cargo por Carmona Rodrigues, que também apoia a ideia.

A candidata democrata-cristã explicou que o principal objectivo da sua candidatura a Lisboa é «resolver pequenos problemas, tornar a cidade civilizada, pôr as coisas em ordem e fazer as pessoas felizes», em detrimento da realização de grandes obras ou eventos.

«Só depois disso, poderíamos ter Jogos Olímpicos ou rali Dacar», sustentou.

Maria José Nogueira Pinto escolheu dedicar o primeiro dia oficial de campanha para as eleições autárquicas de 9 de Outubro às crianças e à identificação de «problemas simples que não se resolvem».

Na escola básica do primeiro ciclo do Lumiar, a candidata ouviu as queixas da associação de pais, que lamentou a falta de obras na cozinha do estabelecimento de ensino, a ausência de grades nas janelas e a limitação de vagas no atelier de tempos livres.

Segundo Nogueira Pinto, a falta de respostas por parte da autarquia a estes problemas leva à adopção de soluções transitórias, que se revelam mais caras e menos eficientes.

«É mais caro ter um catering do que fazer obras na cozinha, é mais caro ter computadores encaixotados por falta de segurança do que pôr grades nas janelas. Tudo sai mais caro quando a administração do dinheiro é mal feita», concluiu.

Para resolver este tipo de problemas, a candidata defendeu a necessidade de criar bairros administrativos, que beneficiassem de uma transferência de competências e de verbas actualmente concentradas na autarquia.

Diário Digital / Lusa

Publicado por CDSLX às 06:48 PM

O voto inútil

(Artigo de opinião de Miguel Freitas da Costa, Diário de Notícias de 27 de Setembro)

"Por mais duas vezes vamos ser chamados, nos próximos tempos, a participar na eleição dos nossos governantes pelo método de "depositar numas caixas chamadas urnas uns papelinhos chamados votos". É um ritual que nunca deixou de ser praticado, com mais ou menos frequência e credibilidade, vai para quase 200 anos de vida pública portuguesa. Desde 1976 ganhou um renovado lustre e, aparentemente, uma nova seriedade desde as famosas votações em que, com um suspiro de alívio, vimos o Partido Comunista retratado em toda a inebriante insignificância aritmética da sua "maioria política" e daí se tiraram algumas consequências. Esquecendo o papel desempenhado por "contagens de espingardas" que não eram então metafóricas, criou-se durante algum tempo a convicção de que os votos pesavam.

Muita gente exprime agora, assustada ou preocupada com o descrédito da "classe política" e do "sistema", o temor de que se esteja a desvanecer de novo esta crença, como já aconteceu no nosso passado, e que se procure "outra coisa". Talvez não seja um temor totalmente sem fundamento. É verdade que quase sempre, caridosamente, temos sido poupados a votar sobre as questões decisivas e que ainda agora só por algum perigoso descuido seremos sujeitos a ter que pensar e decidir sobre as coisas mais importantes, como as essenciais opções "europeias". Mas - em política - o que parece é que é, e o que parece neste momento, sem especial razão, é que votar não serve para grande coisa. Em todo o caso, a irritação e descrença dos cidadãos não é um exclusivo do regime português e tem muitas causas que são comuns aos eleitores de quase todo o mundo dito democrático em que nos incluímos. No nosso caso há, no entanto, um factor que não pode deixar de contar especialmente a tirania sob a qual temos vivido da ideia do "voto útil". Marcou-nos profundamente a consciência de como essa ideia fez em tempos a fortuna de um Partido Socialista que era em grande parte responsável pelos problemas de que se apresentou vitoriosamente como única solução.

O "voto útil" também não é uma invenção nacional. Ainda há bem pouco tempo foi a teoria que prevaleceu na segunda volta das eleições presidenciais francesas em que Jacques Chirac foi eleito quase plebiscitariamente graças à histeria que despertou o inócuo mas retumbante sucesso de Jean Marie Le Pen. Mas em Portugal, mais talvez do que em qualquer outra parte, conta com um grande número de fiéis praticantes. Tomemos como exemplo as próximas eleições para a Câmara Municipal de Lisboa. À esquerda e à direita é difícil encontrar quem não ache que Maria José Nogueira Pinto é o melhor dos candidatos em presença e não é fácil descobrir quem esteja na disposição de votar na sua lista.

Não acreditamos que seja possível apostar, como diz que faz o Millennium BCP, em que "só o melhor é bastante". Enleamo-nos sempre em tortuosos cálculos sobre as consequências indirectas do voto que vamos entregar. No fundo, somos muito pouco democratas não estamos dispostos a aceitar que cada voto seja a pura e simples e libérrima expressão do que queremos e deixar que dessa manifestação de cada um de nós saia, com não menor simplicidade e liberdade, o resultado que pelos métodos constitucionalmente adoptados vai exprimir a "vontade colectiva"; pequeninos estrategas todos, contentamo-nos com tentar manipular o processo para que o resultado seja, dentro do que pensamos possível, o que achamos menos mau.

Devíamos já saber que é graças ao "voto útil" que ainda temos uma Constituição meio marxista e como principais partidos dois aglomerados "sociais-democratas" que constituem a destilação de todos os arranjos que o medo de não parecer socialista promoveu nos primeiros anos desta III República. Se não temos em quem votar, não votemos. Se não gostamos das regras em vigor, tentemos mudá-las. Mas chegou talvez a altura - e talvez não haja muitas mais oportunidades antes de desaparecermos como Estado - de nos decidirmos de uma vez a pôr o voto onde pomos as palavras e o coração. O resto é que é verdadeiramente um voto inútil."

Publicado por CDSLX às 02:59 PM

Programa de Campanha para amanhã, dia 28 de Setembro

PROGRAMA DE CAMPANHA
28 de Setembro

11H00 » Maria José Nogueira Pinto e Telmo Correia Visitam a ATL – Associação de Turismo de Lisboa.
(Rua do Arsenal n.º 15, junto à Praça do Comércio)

12H00 » Conferência de Imprensa sobre Turismo.

(Castelo de São Jorge)

16H30 » Maria José Nogueira Pinto participa em Debate organizado pela Associação Académica do Instituto Superior Técnico.
(Salão Nobre do IST)

18H30 » Candidato João Almeida participa no Debate organizado pela associação SOS Racismo, na Associação Cabo-Verdiana em Lisboa.
(Rua Duque de Palmela n.º2, 8.º andar.)

Publicado por CDSLX às 02:55 PM

Lisboa - Candidata do CDS-PP

foto oão Relvas - Lusa

(Notícia Correio da Manhã, de 27 de Setembro)

Maria José Nogueira Pinto é a única candidata à maior autarquia do País que admite, no limite, despedimentos na Câmara. Um cenário extremo e que só pode ser encarado depois de feito um diagnóstico exaustivo das necessidades da autarquia.

Se houver excesso de efectivos, pode ter de ser rectificado”, declarou ao CM, especificando que tal hipótese seria aplicada a casos de vínculos precários. Para esta análise, concorre também a avaliação das funções das empresas municipais, como a da EMARLIS. A sua extinção é uma hipótese real para a candidata que defende também a extinção das Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU).

"A ex-provedora da Santa Casa considera ainda que os “empreiteiros não têm direitos especiais”, são um grupo entre muitos outros, logo a sua influência não deve ser sobrevalorizada na cidade. E o tema da construção é uma área ‘cara’ à candidata, que alerta para situações onde a densidade de construção impede a qualificação do que já existe”.

“A câmara tem uma palavra a dizer sobre o que quer”, sustenta a candidata. A classe média, os idosos e mesmo os deficientes merecem especial atenção de Maria José Nogueira Pinto. A ex-provedora da Santa Casa tem ainda como prioridade, além das contas da autarquia, a criação ou reabilitação de equipamentos.

A candidata acusou ontem Carmona Rodrigues de ter um programa perigoso do ponto de vista “político”, porque, diz, o seu adversário “defende que é tudo mau e que é preciso fazer de novo”. Ora, Carmona é o actual edil.

No seu programa, Nogueira Pinto tem por objectivo a fixação da classe média na capital, porque “só 35 por cento da população activa vive em Lisboa”. A solução passa por uma nova política que permita rendas correspondentes a um terço dos rendimentos médios”. A candidata é adepta de Fundos Imobiliários que façam a gestão do património da Câmara, porque, como defende no seu programa, há 50 a 70 mil habitações vazias na capital.

TRÊS PROPOSTAS

SERVIÇOS

Candidata admite criar seis a oito Bairros Administrativos com funções de interligação entre os Serviços Centrais do Município e as Juntas de Freguesia.

SEGURANÇA

Nogueira Pinto quer adoptar sistemas de videovigilância nas zonas problemáticas e generalizar a instalação de tele-alarme nas casas dos mais idosos.

SAÚDE

Reforço do Apoio Domiciliário, Centros de Dia e Convívio para quebrar o isolamento são outras propostas. Assim como a criação de residências Assistidas para idosos."
Cristina Rita

Publicado por CDSLX às 02:51 PM

setembro 26, 2005

"Não dou empregos porque não sou o eng. Sócrates"

foto DN - Leonardo Negrão

(Notícia DN, de 26 de Setembro)

filipe morais

"O discurso da candidata do CDS/PP à câmara municipal de Lisboa é assumido como politicamente incorrecto. Maria José Nogueira Pinto visitou ontem o bairro da Musgueira e , depois de ouvir vários moradores, defendeu que "fazer pedagogia" é o mais importante . "Venho explicar que não dou empregos porque não sou o engenheiro Sócrates e explicar o que a câmara pode fazer pelas pessoas que aqui vivem", porque há "uma cultura de direitos e poucos deveres e estas pessoas põem-se muito na posição de assistidas e não na posição de pessoas que têm de contribuir para as suas vidas".

A candidata sublinhou que "assiste-se mais a um fenómeno de exclusão do que pobreza e o provérbio chinês, de que é preciso ensinar a pescar, aplica-se muito bem". Nogueira Pinto entende que a sociedade tem que considerar este fenómeno e que, como candidata, tem que "vir a estes locais, mesmo que não seja bem recebida", o que chegou a acontecer. Ao ouvir algumas queixas, que passaram principalmente pelas dificuldades económicas, a candidata popular disse que as suas propostas passam pela "acção social e pelas competências. Temos obrigação de as dar às pessoas que não tiveram oportunidades, mas elas têm que estar dispostas a receber estas competências".

As queixas passaram ainda pela falta de transportes, com a residente Helena Maria, de 47 anos a explicar que "nem um autocarro nos dão". Já outro morador, que se definiu como "o presidente da sociedade dos pobres" interrogou a candidata sobre "o que vai fazer e como", criticando ainda o modelo de bairro social. No entanto, Maria José Nogueira Pinto elogiou o modelo aplicado, que junta prédios de realojamento com habitações para venda a custos controlados. "Não tenho nenhuma relutância em dizer que este modelo, que começou com João Soares e continuou com Santana Lopes, é muito mais integrador, embora saibamos que faltam outras componentes sociais que é necessário criar".

Crítica. Maria José Nogueira Pinto aproveitou ainda para criticar um patrocínio da Santa Casa da Misericórdia ao rali Lisboa-Dakar no valor de cinco milhões de euros, segundo revelou o jornal Expresso "Como candidata à câmara e tendo sido provedora da Misericórdia, tenho perfeita noção do que compete às duas entidades. Pensava que Lisboa ia contar com a Misericórdia, que não está vocacionada para um patrocínio desta dimensão. Um milhão de contos para o rali, é menos um milhão de contos para apoiar estas pessoas".

Publicado por CDSLX às 12:52 PM

setembro 25, 2005

Programa de Campanha para amanhã, dia 26 de Setembro

13H00 » Campanha de Rua na Baixa-Chiado
(Encontro no Largo Camões)

20H30 » Jantar promovido por núcleo de mulheres lisboetas que querem assinalar a primeira candidatura de uma mulher à Câmara Municipal de Lisboa nos últimos 20 anos.
(Restaurante do Centro de Congressos de Lisboa, Junqueira)

Publicado por CDSLX às 08:08 PM

setembro 23, 2005

Jantar de Mulheres

Na próxima segunda-feira, dia 26 de Setembro, realiza-se pelas 20h30 no restaurante do Centro de Congressos da FIL - Junqueira, um jantar promovido por núcleo de mulheres lisboetas que querem assinalar a primeira candidatura de uma mulher à Câmara Municipal de Lisboa, nos últimos vinte anos.

Publicado por CDSLX às 03:34 PM

Programa de Campanha para amanhã, Sábado 24 de Setembro

PROGRAMA DE CAMPANHA
24 de Setembro

10H30 » Maria José Nogueira Pinto participa na mesa redonda “A CIDADE DO FUTURO”, da XVª edição dos Cursos de Verão do Instituto de História Contemporânea, dedicada à memoração do 250.º aniversário do terramoto de 1775, a convite do presidente do IHC, Prof. Doutor Fernando Rosas.

(Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Auditório da Reitoria, Campus de Campolide)

17h00 » Campanha de Rua, encontro no Largo da Escola Municipal, finalizando o percurso junto dos Coliseus dos Recreios.

Publicado por CDSLX às 02:02 PM

Incentivar a Leitura

Visita à Livraria Férin

Em resposta a um convite feito pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que desafiou os candidatos à Câmara de Lisboa a efectuarem uma visita às livrarias da Cidade, Maria José Nogueira Pinto esteve hoje numa das suas livrarias de eleição, a Livraria Férin.

Fundada em 1840 e sendo uma das casa mais emblemáticas da Baixa-Chiado, os responsáveis por aquela livraria começaram por contar o quanto “alegremente surpreendidos” ficaram com a escolha da candidata.
“As visitas aos locais são muito importantes e a sua presença dá-nos muito prazer”, fez questão de salientar Margarida Dias Pinheiro, dona daquele estabelecimento que tem passado de geração em geração. “Acho que tem uma percepção muito real do que são os problemas desta zona histórica”, acrescentou ainda.

Por parte dos responsáveis pela Férin surgiram ainda algumas sugestões que fizeram questão de passar à candidata. “Realizações boas e sem grandes despesas, como iniciativas com as escolas”, disse Margarida Dias Pinheiro.

Para Maria José Nogueira Pinto, “os indicadores que existem em Portugal são muito preocupantes e é preciso incentivar a leitura”. “Penso que a Câmara tem aqui um papel muito importante”. Para a candidata democrata-cristã, “é preciso incentivar a leitura por todas as razões. Primeiro, porque não há nada mais feliz do que ler um livro e as crianças têm que experimentar esse acto de felicidade pura. A Câmara tem a obrigação de ser uma entidade difusora”.
E passou a explicar algumas das suas considerações acerca da edição e leitura, como a actividade editorial da CML ficar confinada à iniciativa privada, o reequacionar da Feira do Livro, tal como a conhecemos, ou a ideia de uma biblioteca em cada bairro como um equipamento básico indispensável para a melhoria do sucesso escolar.

Maria José Nogueira Pinto visitou as instalações daquela livraria centenária, acompanhada igualmente pelo presidente da APEL, Dr. António Baptista Lopes, que não perdeu a oportunidade para realçar as qualidades da candidata: “A Sra. Dra. foi a primeira a responder ao nosso apelo e não fiquei surpreendido com esse facto. Conhecendo parte do seu trabalho, é para nós gratificante fazer o seu reconhecimento como uma mulher de cultura”.

Chaves Ferreira, Maria José Nogueira Pinto e António Baptista Lopes

Edição e Leitura

I Considerações gerais *

1.1 . Hábitos de leitura, edição e comercialização do livro

Apenas 44% da população residente no Continente costuma ler livros, enquanto 72% lê regularmente jornais e revistas e 97,9% dessa mesma população vê habitualmente televisão.

O tempo médio dedicado à leitura de livros é de cerca de 4 horas por semana, sendo que cerca de 60% dos leitores dedica à leitura menos de 3 horas em cada semana. 53,6% dedica à televisão até duas horas por dia e 44,7% mais de duas horas.

Vendem-se actualmente em Portugal pouco mais de 240 milhões de euros de livros. 50% deste volume de vendas situa-se na zona de Lisboa e Vale do Tejo, onde existem 39% dos estabelecimentos comerciais que vendem livros.

Os canais de distribuição e venda do livro não dão garantias de cobertura total do mercado e a produção editorial que não consegue ser vendida no curto período de vida do livro, cerca de 45 dias, fica esquecida nos armazéns, em stocks cuja manutenção é muito cara e distorce a real situação patrimonial das empresas que os detêm.

O pequeno comércio livreiro, excessivamente generalista, com estruturas de custo demasiado pesadas para o negócio que efectuam e pouco espaço para exposição dos produtos, vai esmorecendo lentamente não conseguindo resistir ao ataque sistemático que lhe é feito pelas grandes superfícies, pelas Megastores do livro.

A rede tradicional de livrarias deve ser apoiada. A sua integração nos bairros e a sua presença personalizada, junto ao cidadão, desempenham um papel fundamental na difusão da cultura.

Neste momento, fazer o lançamento de um livro que cubra eficazmente a totalidade do mercado livreiro, sobretudo porque são colocadas nesse mercado uma média de 20 a 30 novidades editoriais por dia, uma grande parte das quais não consegue sequer espaço de exposição, saindo por isso imediatamente da circulação livreira e da possibilidade de conhecimento pelo público.

Neste contexto, a luta pela conquista de um espaço de visibilidade, ou de uma recensão crítica provocou a constituição de lobbies, que condicionam a circulação, a venda e a avaliação do mérito das publicações que se editam e distribuem.

Com uma produção editorial própria abundantíssima, o Estado (autarquias, empresas públicas, institutos, etc.), que não se rege exclusivamente pelas leis do mercado, desvia da produção editorial privada centenas de títulos que poderiam dar novo ânimo a toda esta actividade económica, de divulgação e venda de conteúdos culturais tão importante para Portugal.
Com o objectivo de se proteger este sector é, por vezes, aprovada legislação despropositada ou injusta.

São disto exemplos a lei do preço fixo dos livros, que não cumpriu nenhum dos objectivos para que foi criada, nem evitou o peso desproporcionado que hoje têm as grandes superfícies na comercialização do livro.

O mesmo se pode dizer da lei do depósito legal, que é um verdadeiro imposto sobre a produção editorial e não permite que o valor dos 14 livros por cada título, que as gráficas são obrigadas a reter, com o objectivo de serem entregues às bibliotecas, possa ser considerado para efeitos fiscais, em beneficio do editor, que os paga. Os industriais gráficos entregam muitas vezes livros estragados ou restos da produção e os editores, sobretudo no caso dos livros muito caros, são fortemente penalizados, não tendo sequer o reconhecimento de serem eles próprios, directamente, o sujeito passivo deste imposto, que teve a originalidade de ter sido criado por simples diploma do Governo.

Sempre que se acentuam as tendências de enfraquecimento da posição do editor, do livreiro ou do distribuidor, mais claro se torna que o grande mercado da língua portuguesa, com os seus quase 200 milhões de potenciais consumidores, é pura ficção
No entanto, dificilmente poderíamos encontrar, nos tempos que correm, missão mais importante do que a de criar condições para que a língua e a cultura portuguesa se mantenham vivas nos países lusófonos.

É indispensável estimular a nossa actividade editorial para esses povos, restabelecendo-lhes os canais próprios de distribuição e venda para que o acesso ao livro se não restrinja ao pequeníssimo segmento de mercado que regularmente os importa.

A correcção das distorções que se conhecem, não se faz, na nossa opinião, pela via dos subsídios ou da legislação avulsa que se tem produzido.

É fundamental dar à actividade privada a totalidade do trabalho editorial, facilitar o saneamento financeiro das empresas, a circulação do livro, a reconstituição de uma sólida rede de distribuição assente também nas pequenas livrarias, a formação e o desenvolvimento de novas tecnologias.

Se isso for feito, o mercado da lusofonia será progressiva e naturalmente coberto pela expansão da própria actividade editorial e livreira.

Prosseguir esse objectivo, é cumprir o dever fundamental de manter vivo um património cultural comum que o tempo, a má memória e o descuido dos homens tendem rapidamente a delapidar.


*Fonte dos dados estatísticos dos hábitos de leitura: Associação Portuguesa dos Editores e Livreiros.

Em linhas muito gerais, alguns aspectos orientadores de acção, para a Câmara Municipal de Lisboa no que respeita a edição e ao sector livreiro.


1. Edição, Rede de Distribuição, Bibliotecas

A actividade editorial da CML deve ser confiada, na totalidade, à iniciativa privada, isto é, aos editores de livros e publicações, deslocando para outros sectores da área cultural os recursos que lhe estão actualmente afectos. Deve existir um rigoroso caderno de encargos para cada publicação que se considerar ser dever da Câmara editar, apresentando cada projecto a concurso público, com uma definição rigorosa de custos, prazos de execução e viabilidade económica.

As obras escolhidas têm que resultar exclusivamente das necessidades definidas anualmente no plano de acção cultural para a cidade.


2. Feira do Livro de Lisboa

A CML deve ser, ela própria, a encarregar-se directamente da organização da Feira do Livro, embora em colaboração com a APEL, a UEP, o IPLB e outras instituições que tenham uma intervenção cultural relevante na cidade de Lisboa.

A Feira do Livro deve ser uma grande festa pública de actividades culturais, com exposições, espectáculos, música, novidades editoriais e multimédia.

Presentemente, é apenas uma feira para saldos de livros.

Todo o mobiliário da feira está desadequado e degradado. O próprio local de realização deve ser questionado.

Existem dois lugares possíveis para este objectivo:

a) O Parque das Nações, funcionando aí como Salão do Livro para profissionais durante os dois ou três primeiros dias e, nos restantes, como Feira do Livro para o público em geral, dando especial relevo à participação dos países lusófonos, algo semelhante ao Salão do Livro de Paris;

b) Na Av. da Liberdade ou no Parque Eduardo VII, nos moldes actuais, mas com substituição dos pavilhões, melhoria de acessos, das condições sanitárias, dos serviços para o público e com quiosques multimédia.

A primeira solução seria mais mobilizadora das indústrias da cultura e das empresas que tradicionalmente as apoiam, mais confortável para os visitantes e para os expositores.


3. Prémios para a actividade gráfica

Com a abertura da Feira do Livro de Lisboa dever-se-ia promover um concurso dirigido às editoras e às indústrias gráficas, que, do ponto de vista gráfico (design, materiais, impressão e acabamento), premiasse as melhores edições realizadas em Portugal naquele ano. Esse concurso seria extensivo aos países lusófonos.

Os livros premiados em cada ano integrar-se-iam depois no “Best designed Books from all over the World”, competição internacional apoiada pela UNESCO, com exposições nas Feiras do Livro de Frankfurt e de Leipzig.


4. Informação cultural direccionada ao turismo

A agenda cultural, o património arquitectónico, as livrarias, as galerias, os parques e jardins, a gastronomia, os vinhos, os espectáculos, os museus e as exposições deveriam estar à disposição dos turistas, em várias línguas, em canal fechado, sistema Intranet, nos principais hotéis da cidade de Lisboa e em quiosques de multimédia colocados em locais públicos de fácil acesso.

A oferta cultural tem que ser imediatamente visível para quem visita Lisboa e começa logo no aeroporto, passa pelos transportes (metropolitano, taxis, autocarros, estações de caminhos de ferro, etc.) e pelos principais pontos de interesse cultural da cidade, onde devem ser colocados quiosques multimédia com informação cultural.


5. Bibliotecas

Uma biblioteca em cada bairro seria um equipamento básico indispensável para a melhoria do sucesso escolar e para a correcção das assimetrias sociais tão evidentes em Lisboa.

Nessa biblioteca devem existir salas de estudo assistido e alguns postos de trabalho de multimédia com internet.

Deve existir também um gabinete de apoio psicológico, com psicólogos especializados na área educacional.

Essas bibliotecas, funcionado de forma articulada com as livrarias, os serviços de apoio à edição e as instituições públicas e privadas que produzem conteúdos culturais, arranjariam facilmente os livros necessários, a baixo custo, de tal forma é hoje gigantesco o stock editorial que não chega ao público leitor por falta de uma rede de distribuição de conteúdos culturais.
O objectivo principal desta acção consistiria, para além do mais, em ajudar a incutir valores nas crianças, disciplina, hábitos de trabalho e bases de conhecimento numa população carenciada que não consegue absorver os conteúdos que lhes são ensinados nas escolas, nem têm forma de suprir essa falta em casa, com a família.


6. Concursos de excelência em português e matemática nas escolas do município de Lisboa

Em articulação com o Ministério da Educação e com as Bibliotecas Municipais poderiam ser criadas condições para iniciar em Lisboa, a nível municipal, a organização de “Olimpíadas de Português e Matemática”, com suficiente visibilidade mediática para motivar a competição entre escolas e alunos.

Existe sempre a possibilidade de posteriormente ampliar esta acção, integrando-a em iniciativas semelhantes, de carácter internacional, dirigidas também aos países lusófonos.


7. As Festas de Lisboa

A vertente de cultura popular nas festas de Lisboa deve ser cuidadosamente acentuada, incentivando as marchas populares, os arraiais, a iluminação de rua, levando a música aos coretos dos jardins, criando uma atmosfera de “festa”, partilhada com a população.

É indispensável que os lisboetas reaprendam a gostar de Lisboa, conheçam e compreendam as suas raízes culturais. Só assim abandonarão os cárceres urbanos da periferia, para onde foram empurrados, voltando a fixar-se na cidade em que trabalham.

Publicado por CDSLX às 01:48 PM

setembro 22, 2005

Funcionar em rede

Maria Orísia Roque, Maria José Nogueira Pinto, Telmo Correia, Cabral Ferreira e João Almeida

O Atlético Clube Portugal e o Clube de Futebol “Os Belenenses” foram as duas instituições desportivas escolhidas pela candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa para destacar a importância do desporto amador.
Sem deixar de reconhecer o papel do profissionalismo e dos clubes de maior dimensão, Maria José Nogueira Pinto acredita que a Câmara pode encontrar nestes clubes, bem como, nas várias associações e colectividades, “uma preciosa rede que permita aos poucos resolver problemas de várias ordens”.


Para a candidata democrata-cristã, “Lisboa tem uma grande rede de colectividades, clubes e associações. O Estado transfere para eles muitas responsabilidades. Por isso, a relação entre o Estado e estes clubes não pode ser apenas uma relação de pedir e dar”, explica, ao mesmo tempo que propõe uma aposta na contratualização: “Sou muito contra os apoios e subsídios porque estes tendem a cair no discricionário. Acredito que temos que apostar na contratualização, acompanhada pela fiscalidade e avaliação”.

Cabral Ferreira, Maria José Nogueira Pinto, Telmo Correia e Sequeira Nunes

Entretanto, os dirigentes dos dois clubes lisboetas aproveitaram a visita da candidata do CDS-PP para invocarem as suas mais imediatas necessidades que, na grande maioria, depreendem-se com as actuais infra-estruturas.
No caso do Atlético, Ângelo Mesquita transmitiu a Maria José Nogueira Pinto as actuais ambições do seu clube: a substituição do relvado do campo principal por relva sintética – cortando substancialmente nos custos e manutenção –, o alargamento das bancadas e a conclusão da piscina. “Só precisamos que a Câmara nos diga como vamos viabilizar isto e que tipo de ajuda estão dispostos a dar”, explicou o presidente daquele clube que conta com 2500 sócios.
Já as dificuldades de “Os Belenenses” (que amanhã completa 86 anos) prendem-se com uma característica positiva: o facto de já terem 7000 associados. Mas com o seu universo de sócios em crescimento, escasseiam os espaços para prosseguirem com as suas actividades, como explicou o presidente daquele clube, Cabral Ferreira.
Para Maria José Nogueira Pinto, trata-se de um problema que poderia ser resolvido através do referido trabalho em rede e articulando esforços.

Publicado por CDSLX às 04:18 PM

"CDS quer mais segurança cívica "

(Notícia Diário de Notícias, de 22 de Setembro)

f.a.l.

"Maria José Nogueira Pinto foi ontem às instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), em Lisboa, defender medidas intercalares para atacar o problema da insegurança nas suas várias vertentes. "O raciocínio político é de curto prazo", disse.
A candidata do CDS/PP ouviu os responsáveis da APAV traçarem um quadro negro sobre o apoio às vítimas de violência doméstica, de acidentes ou de assaltos e garantiu ser a favor da videovigilância e da introdução da figura dos "mediadores" em bairros problemáticos. Para o efeito, Nogueira Pinto lembrou a sua experiência na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, onde existem os "mediadores ciganos" que dialogam com aquela comunidade.

Manuel Ferreira Antunes e João Lázaro, respectivamente presidente e secretário-geral da APAV, adiantaram à candidata a sua preocupação face às estatísticas sobre as vítimas, que dizem ser pouco fidedignas. Contrastando as cifras negras com o que apelidaram de "cifras cinzentas", os responsáveis daquela instituição privada - que é contratada pelo sector público - alertaram para o facto de não existir "um critério uniforme de estatísticas". E, reforçaram, "no meio deste filme quem perde é a vítima", visto que para além do perigo da retaliação ainda sofre pressão para não apresentar queixa.

"Mais segurança não é necessariamente mais polícia", disse Maria José Nogueira Pinto, que concordou com os responsáveis da APAV no diagnóstico de problemas como o do urbanismo como factor de risco (tendo sido citado o exemplo de Chelas), da violência doméstica sobre idosos e, sobretudo, do papel dos próprios cidadãos na prevenção dos crimes. Neste ponto, aliás, Nogueira Pinto chegou a alertar para o facto dos "poderes eleitos" não poderem fazer tudo "Até convém que nos defendamos deles", disse a candidata democrata-cristã.

Admitindo que Lisboa não é uma "cidade tão segura quanto outras cidades", Maria José Nogueira Pinto garantiu no final da visita a importância do envolvimento dos cidadãos com a polícia no que designou de "detecção precoce". E lembrou que a necessidade de reforço dos efectivos da Polícia Municipal depende da PSP."

Publicado por CDSLX às 09:18 AM

setembro 21, 2005

"Nogueira Pinto quer envolver cidadãos na segurança"

(Notícia Lusa) "Lisboa, 21 Set (LusaTV) - A candidata do CDS/PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa defendeu hoje a necessidade do envolvimento dos cidadãos na construção das condições de segurança, afirmando que não é uma competência só da polícia. "A segurança é vista como qualquer coisa que fica só a cargo da polícia ou das entidades competentes", afirmou Maria José Nogueira Pinto, depois de visitar as instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), acrescentando que há "uma perspectiva interessante que é a do envolvimento dos cidadãos na construção das condições de segurança". Seja ao nível dos comerciantes, dos vizinhos ou dos pais em relação aos filhos, a candidata defende a figura do "mediador" que consiste naquela "pessoa que pode actuar na detecção precoce e na prevenção em relação ao sistema de segurança". Maria José Nogueira Pinto defendeu também "a contratualização entre o estado e instituições como a APAV", uma vez que "cumprem um serviço público". "Embora sejam associações voluntárias, estão na persecução de um interesse público", disse a candidata. ACA. LusaTV/"

Publicado por CDSLX às 09:58 PM

Apoiar as vítimas

A candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa visitou hoje a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). Recebida pelo presidente daquela organização, Maria José Nogueira Pinto ouviu com atenção os resultados dos últimos estudos feitos acerca das vítimas de crime e, igualmente, sobre a prevenção de crime e vitimação urbana.

“A APAV é uma instituição muito importante porque a vítima precisa desta forma de apoio”, começou por referir a candidata democrata-cristã, acrescentando que, de algum modo, embora sendo uma instituição particular de solidariedade social, a APAV “cumpre um serviço público”.
Manuel António Ferreira Antunes começou por referir à candidata que o problema começa desde logo ao nível urbanístico, com a falta de iluminação e a existência daquilo que são chamados de “ângulos mortos”, isto é, sítios de reduzida visibilidade. Isto acrescido do mau comportamento para com a vítima ao nível do sistema judicial e do actual policiamento. Para Maria José Nogueira Pinto, trata-se de “um sistema que desencoraja a queixa”.
Tendo consciência de que “os números que existem não são fidedignos, uma vez que não correspondem à realidade”, a candidata à autarquia lisboeta acredita que “mesmo que o sistema tivesse outra eficácia, estas instituições [como é o caso da APAV] continuam a fazer todo o sentido”.

“Pensa-se que a segurança é uma coisa que chega, mas não se entende que a segurança começa desde logo no local”, afirmou Maria José Nogueira Pinto. Para a candidata, o encontro desta tarde foi enriquecedor uma vez que “foi-nos dado um entendimento muito importante sobre a participação do próprio cidadão no desenvolvimento da segurança”, designadamente no que concerne ao papel dos comerciantes.
Também, Maria José Nogueira Pinto não deixou de sublinhar a “figura do mediador”, uma pessoa que possa ter uma função de mediação no terreno e que contribuirá para a detecção precoce de situações de insegurança”.
“Os cidadãos preferem medidas que produzam efeitos mais imediatos. Eu gostava de transmitir um discurso de longo-prazo”. Maria José Nogueira Pinto acredita que “a Câmara tem uma obrigação muito grande, nomeadamente com os comerciantes em zonas mais isoladas” e defende “uma estreita colaboração da autarquia com a PSP de modo a reforçar os programas de proximidade”.
“Se chegar à presidência da Câmara não terei medo de fazer um trabalho a mais longo-prazo. Mesmo que sejam outros a recolher os frutos desse trabalho”, disse ainda a democrata-cristã.

Publicado por CDSLX às 07:29 PM

Programa de Campanha para amanhã, quinta-feira

PROGRAMA DE CAMPANHA 22 de Setembro
10H » Atlético Clube Portugal (Estádio da Tapadinha - Ajuda)
11H30 » Clube de Futebol “Os Belenenses”* (Estádio do Restelo) * com almoço volante
16H30 » Debate da QUERCUS (Auditório do Metro – Estação Alto dos Moínhos)
22H20 » Passagem pela festa da JP (Bar “D&D” – R. do Conde, 55)

Publicado por CDSLX às 05:14 PM

Jantar da Zona Ocidental

A Concelhia de Lisboa do CDS-PP e os candidatos às freguesias de São Francisco Xavier, Santa Maria de Belém e Ajuda, Telmo Correia, Nuno Bonneville e Ricardo Bandeirinha respectivamente, convidam V. Exa a estar presente no Jantar destas freguesias, a realizar na próxima sexta-feira, dia 30 de Setembro, às 20h30, no Restaurante Queda D'Água, junto aos Moinhos do Restelo.


As marcações poderão ser efectuadas até dia 29 Setembro para o 912588657 ou para diogomoura@cds.pt

Publicado por CDSLX às 09:40 AM

"CDS lamenta falhas de coordenação"

(Notícia Jornal de Notícias, de 21 de Setembro)

A sede do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa foi o ponto de partida para mais um dia de pré-campanha de Maria José Nogueira Pinto.

Depois de um encontro com ocomandante Baptista Antunes, candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa fez questão de sublinhar a importância dos bombeiros "na segurança da cidade".
Na opinião da cabeça de lista democrata-cristã "há muitas falhas de coordenação" e "uma falta de competências atribuídas das diferentes entidades", seja Bombeiros, Protecção Civil ou INEM.

"Quanto mais se fragmenta, mais difícil será a resposta", acrescentou a candidata a autarca, para quem "a Câmara tem que ser responsável pela articulação entre instituições".

De acordo com uma informação divulgada pela candidatura, Maria José Nogueira Pinto encontrou-se com estudantes da Universidade Católica a quem explicou a sua opção de não tornar prioritária a construção de residências universitárias.

"Eu não tenho dinheiro para as vossas residências. Nem eu, nem nenhum candidato. Tenho outras prioridades que estão aí, espalhadas pela rua. É a pessoa que não tem o que comer, que não tem onde dormir", afirmou a candidata.

Publicado por CDSLX às 09:35 AM

setembro 20, 2005

Programa de Campanha para amanhã, dia 21 de Setembro

15H » Colóquio ARESP – Assoc. da Restauração e Similares de Portugal*
(Hotel SANA Lisboa – Av. Fontes Pereira de Melo)

*A candidatura do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa será representada pelo número dois da lista, Eng. Miguel Anacoreta Correia


15H » Maria José Nogueira Pinto visita APAV – Assoc. Portuguesa de Apoio à Vítima (R. do Comércio, 56)

Publicado por CDSLX às 08:09 PM

Lutar contra a cultura do «não»

Regimento de Sapadores Bombeiros

A sede do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa foi o ponto de partida para mais um dia de pré-campanha da candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa.
Considerando que os bombeiros fazem parte de um conceito de segurança que normalmente não está patente nas agendas, Maria José Nogueira Pinto recebeu um briefing por parte do Comandante Baptista Antunes.

Maria José Nogueira Pinto e Comandante Baptista Antunes

No final do encontro, a candidata democrata-cristã destacou a importância dos bombeiros “na segurança da cidade que não se vê e que é fundamental”.
“A manutenção e fiscalização apertada das grandes infra-estruturas públicas e um dispositivo que responda em situação de catástrofe” são relevantes para Maria José Nogueira Pinto, considerando que “os lisboetas têm o direito de saber que existe um dispositivo que, em situação de catástrofe, responde”.
Para a candidata, “há muitas falhas de coordenação” e “uma falta de competências atribuídas das diferentes entidades”, seja Bombeiros, Protecção Civil ou INEM. “Quanto mais se fragmenta, mais difícil será a resposta”, acrescenta a candidata a autarca, para quem “a Câmara tem que ser responsável pela articulação entre instituições”.

Conversa com os Estudantes na Universidade Católica

Um encontro com estudantes da Universidade Católica foi a paragem seguinte da candidata democrata-cristã. Numa sala cheia de jovens, Maria José Nogueira Pinto apresentou o seu programa para Lisboa, explicando a decisão de não tornar prioritária a construção de residências universitárias. “Eu não tenho dinheiro para as vossas residências. Nem eu, nem nenhum candidato”. “Mas não considero uma medida prioritária. Tenho outras prioridades que estão aí, espalhadas pela rua. É a pessoa que não tem o que comer, que não tem onde dormir”, afirmou a candidata, dando a compreender o porquê da importância de igualmente trazer a classe média de volta a Lisboa.
Tempo houve ainda para lembrar aos jovens do seu direito ao voto. “Pertenço a uma geração onde a política era uma actividade galvanizante”, começou por dizer. “Acreditávamos que era possível mudar as coisas, melhorá-las, e que isso dependia de nós”.
Para Nogueira Pinto, a abstenção entre os jovens acontece porque, hoje, “Portugal não tem um desígnio”. “Vivemos numa altura em que os fazedores de política têm que atrair e interessar. Mas a política devia de ser feita com um desígnio e depois atrair e interessar, ou não. Nós não temos tempo para estar à espera que as coisas nos atraiam. Só temos tempo de olhar em redor e pensar: «vamos deixar que tomem conta de nós? Que tipo de vida queremos para nós?»”.
“O que está em causa estas eleições, ou em qualquer outras, é saber se não vamos pegar no nosso destino e mandar em nós próprios. É o repto que vos deixo”, acrescentou. “Portugal tornou-se no País do «não». É neste País que é preciso dar uma grande volta. É para isso que estou nesta campanha, para dizer que é possível mudar, é possível romper a teia do álibi”.
O dia de pré-campanha de Maria José Nogueira Pinto acabou com uma visita à sede da ACAPO, onde, recebida pelo presidente daquela instituição, José Esteves Correia, a candidata do CDS-PP pôde reforçar a ideia de que “esta é uma cidade particularmente hostil” para os portadores de deficiência, como é o caso dos invisuais.
“Trata-se do simples respeito pela lei”. “É incompreensível que se continue a construir em Lisboa com barreiras arquitectónicas”, disse Maria José Nogueira Pinto, acreditando que “a Câmara tem aqui um importante papel”.
A candidata chamou ainda a atenção sobre o mau estado dos passeios em Lisboa e sublinhou a importância de “incentivar a construção, em pisos térreos, de habitações adaptadas”.

Publicado por CDSLX às 08:05 PM

"Desleixo na Droga"

(Notícia Correio da Manhã, de 20 de Setembro)

"Maria José Nogueira Pinto, candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa, denunciou ontem o “relaxamento do actual Executivo camarário” na política contra a droga e na “coordenação da rede de apoio” aos toxicodependentes, no final de uma visita ao Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT), onde se encontrou com os responsáveis.

Sublinhando que “a actual Câmara não pode iludir as suas responsabilidades” na degradação de um problema que, na sua opinião, se agravou nos últimos anos, Maria José Nogueira Pinto apontou, como exemplo, a “falta de intervenção nos espaços nocturnos”.

No que respeita à estratégia nacional, Nogueira Pinto sugere uma melhor definição das quantidades previstas para consumo, para que não haja traficantes a fugir à Justiça, com o argumento de que a droga em sua posse é para consumo. A candidata sublinha, porém, respeitar a lei e que, apesar de ter criticado a descriminalização do consumo, não prevê alterar o actual quadro legal.

Também presente, o líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, sublinhou a “importância das questões sociais para esta candidatura”, no seu entender, “a melhor”, em especial depois do último debate televisivo. “Entre Carmona e Carrilho, valha-nos N.ª Sr.ª, o mesmo é dizer Maria José”, concluiu Ribeiro e Castro."
Rui Arala Chaves

Publicado por CDSLX às 08:14 AM

setembro 19, 2005

A problemática da droga

Maria José Nogueira Pinto e João Goulão

A fim de entender as últimas conclusões acerca da Estratégia Nacional da Luta Contra a Droga, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) esteve no Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) onde se encontrou com o director daquele organismo, João Goulão.
No final da reunião, Maria José Nogueira Pinto constatou que praticamente todos os objectivos traçados por esta estratégia não foram alcançados.
“Na parte da procura, oferta, tratamento, evidencia-se estagnação e até mesmo, em alguns casos, agravamento da situação”, sublinhou a candidata democrata-cristã, para quem esta reunião foi muito importante para poder compreender alguns dos indicadores.
Maria José Nogueira Pinto, acompanhada pelo líder do partido, José Ribeiro e Castro, acredita que esta é uma realidade que se reflecte desde logo na cidade lisboeta. “Lisboa é a capital e porta de entrada para muitos destes fenómenos. Por isso, é muito importante que a Câmara tenha um papel activo nesta matéria”, referiu, sublinhando ainda a importância de, “quer na prevenção, quer no tratamento, existir uma ligação através de uma rede de proximidade das pessoas”.
“A ideia que tenho é que a Câmara tem que ter um papel determinante”, acrescentou. Por exemplo, “na questão da prevenção sabemos como é importante actuar nas escolas e a Câmara tem aqui um papel a desempenhar”.
Para a candidata à presidência da autarquia lisboeta, “o caminho passa por traçar estratégias mais localizadas”, e “saber como a Câmara Municipal de Lisboa pode e deve intervir em estreita colaboração com o Instituto, a fim de conseguir planos estratégicos” para a cidade.
Ainda à porta do IDT, Maria José Nogueira Pinto cruzou-se com o ministro da Saúde, António Correia de Campos.

Da parte da tarde, o programa de pré-campanha da candidata do CDS-PP levou-a ao Ginásio Clube Português.
Instituição desportiva centenária, Maria José Nogueira Pinto, guiada pelo actual presidente da direcção e cabeça-de-lista do CDS-PP à freguesia dos Olivais, António Rosinha, teve oportunidade de visitar as instalações, bem como, de ter um pequeno briefing acerca da história daquele ginásio e dos seus futuros projectos, como é o caso da nova piscina e parque de estacionamento.

Publicado por CDSLX às 06:46 PM

Maria José Nogueira Pinto visita o IDT

(Notícia Lusa)

Visita ao IDT

Lisboa, 19 Set (LusaRádio) - A candidata do CDS/PP à Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, considerou hoje que a prevenção da toxicodependência é fundamental, face à avaliação pessimista o Plano Estratégico de Luta Contra a Droga.

Maria José Nogueira Pinto defendeu a articulação entre a autarquia e outras entidades mobilizadas no combate à droga com vista a impulsionar programas específicos de prevenção nas escolas e de intervenção tão precoce quanto possível em indivíduos ainda não dependentes de drogas.

A candidata do CDS-PP considerou "muito negativos" os resultados, divulgados pelo Instituto Nacional de Administração (INA), do Plano Estratégico de Luta Contra a Droga.

"Todos os objectivos a que esta estratégia se propunha não foram alcançados, em alguns casos há estagnação noutros casos há agravamento (Ó) não há nada de positivo ao fim de quatro anos (o horizonte era 2004)", afirmou Maria José Nogueira Pinto, durante uma visita ao Instituto da Droga e da Toxicodependência.

A candidata popular considerou que "muitos dos pressupostos deste plano não funcionaram por razões de vária ordem" e considerou indispensável que a autarquia tenha um papel activo na coordenação intersectorial assim como no que poderiam ser "planos de pormenor para a cidade de Lisboa, nomeadamente de maior pormenor em relação a determinadas zonas da cidade".

SV/ZCM.

Publicado por CDSLX às 06:43 PM

Nogueira Pinto olha para a droga e toxicodependência

(Notícia Radio Renascença)

15:18) Depois de uma visita de campanha ao Instituto da Droga e da Toxicodependência, a candidata por Lisboa considera que o aumento do consumo, a diminuição do tratamento e da prevenção fazem parte de um falhanço da autarquia da cidade.

A candidata "popular" foi esta manhã acompanhada pelo líder do partido, Ribeiro e Castro, que diz ter cada vez mais razões para estar satisfeito com a escolha de Nogueira Pinto para a capital. Ribeiro e Castro considera que não é indiferente quem fica à frente da autarquia de Lisboa para resolver o problema da droga na cidade.

Publicado por CDSLX às 06:41 PM

Programa de Campanha para amanhã, terça-feira

PROGRAMA DE CAMPANHA
20 de Setembro

09H30 – Regimento Sapadores Bombeiros de Lisboa
(Av. D. Carlos I)


11H00 – Encontro com jovens na Universidade Católica


15H00 – ACAPO
(R. São José, nº 86 – 1º)
*Após a visita à ACAPO, a Dra. Maria José Nogueira Pinto fará uma declaração à comunicação social.

Publicado por CDSLX às 06:38 PM

"Bem podem prometer a lua... "

(PRETO NO BRANCO, Fernando Madrinha, Expresso de 17 de Setembro)

"COM a experiência que já têm de promessas de campanha não cumpridas, os eleitores tendem a desvalorizá-las cada vez mais e a fazer as suas opções de voto em função de outros critérios mais subjectivos. Bem podem os candidatos prometer a lua que, se não souberem ou não puderem transmitir credibilidade e confiança, se não mostrarem um pouco de humanidade, um mínimo de simpatia e até de humildade, dificilmente mobilizam os votos que pretendem. Mesmo os daqueles eleitores habituais do partido por que concorrem, pois também essa identificação pela ideologia ou pelo espírito clubista já deu o que tinha a dar.
(...)
Perante este desempenho dos «grandes», é bem possível que muitos eleitores comecem a olhar com mais atenção para os «pequenos». E se é verdade que, nos debates da SIC-Notícias, Sá Fernandes já decepcionou, Ruben de Carvalho e, sobretudo, Maria José Nogueira Pinto vêm ganhando aos pontos o item da credibilidade. Podem muito bem vir a exceder bastante os limites dos partidos que representam, o que não serão boas notícias para Carmona nem para Carrilho. Em especial para este último, já que Nogueira Pinto, cuja candidatura foi aplaudida pelo PS na expectativa de enfraquecer a do PSD, capta bastante simpatia à esquerda, especialmente entre as mulheres. Se as baias partidárias não fossem, ainda assim, um grande obstáculo, quem sabe se não ganharia - e talvez mais merecidamente do que qualquer dos vencedores prováveis."

(Para ler o artigo completo, clique em "Continuar a ler")

Basta ver as análises às sondagens recentes sobre as presidenciais. Há muitos milhares de portugueses que jamais votarão em Cavaco Silva e outros tantos que nunca apoiarão Mário Soares. Mas isso tem cada vez menos a ver com a fidelidade aos partidos a que eles pertencem. Tanto que, na decomposição do eleitorado potencial de cada um dos pré-candidatos, aparecem percentagens significativas de votantes do PS, do BE e da própria CDU - embora esta seja a que fixa melhor a sua base - a optar por Cavaco. E o mesmo acontecerá com Soares no centro e na direita. Quanto mais os partidos monopolizam a vida pública, menos são donos dos votos dos eleitores.

O que é verdade para Belém não o é menos para as autárquicas, que têm uma fortíssima componente presidencialista. Nos milhares de cartazes que estão espalhados por esse país fora, provando cabalmente que a crise financeira não chegou aos partidos - um mistério que todos gostaríamos de ver desvendado um dia - o que salta à vista é uma campanha personalizadíssima de figuras, figurinhas e figurões cujos retratos às vezes são mais do que o bastante para um cidadão decidir, pelo menos, em quais não vota.

Em Lisboa, o «presidencialismo» da câmara e, portanto, das candidaturas, é ainda mais acentuado - de novo com a excepção da CDU, que se esforça por projectar uma ideia de equipa e transmite essa preocupação nos próprios cartazes. A prestação de cada um no contacto com os eleitores e nos debates televisivos assume, portanto, especial importância. Daí supor-se que Carmona Rodrigues e Manuel Maria Carrilho terão uma noção aproximada do desastre que foi para ambos a hora e meia de gritaria com que brindaram os espectadores da SIC-Notícias na quinta-feira.

Carmona, que tinha a seu favor uma imagem de serenidade e de seriedade argumentativa, conseguiu desfazê-la em grande parte. Começou por se queixar das agressões e insultos de Carrilho em debates e entrevistas anteriores, e caiu ele próprio em comentários de gosto duvidoso, expressões agrestes e «indirectas» incompreensíveis para a maioria dos espectadores, como a alusão, nunca explicada, a uma casa de banho luxuosa que Carrilho teria mandado instalar no Ministério da Cultura. No mais, o que passou foi uma visão burocrática dos problemas da cidade, por parte de um candidato sem alma, forçado a responder pelo que fez e pelo que não fez nestes quatro anos e sem que tenha para propor a mais pequena novidade.

Carrilho, por seu lado, deve julgar que a eleição se decide a favor de quem mais grita e fala mais depressa, independentemente do que diga e pouco dizendo além da banalidade - mas sempre com a pose de quem acaba de descobrir a pólvora. Faz de cada debate uma briga, sem o menor pejo de agredir e desconsiderar os outros para se pôr em bicos de pés. Ainda esta semana, na TSF, dizia que Sá Fernandes não tinha condições para presidir sequer a uma junta de freguesia, traçando dele um retrato muito próximo do de um pobre diabo.
Perante este desempenho dos «grandes», é bem possível que muitos eleitores comecem a olhar com mais atenção para os «pequenos». E se é verdade que, nos debates da SIC-Notícias, Sá Fernandes já decepcionou, Ruben de Carvalho e, sobretudo, Maria José Nogueira Pinto vêm ganhando aos pontos o item da credibilidade. Podem muito bem vir a exceder bastante os limites dos partidos que representam, o que não serão boas notícias para Carmona nem para Carrilho. Em especial para este último, já que Nogueira Pinto, cuja candidatura foi aplaudida pelo PS na expectativa de enfraquecer a do PSD, capta bastante simpatia à esquerda, especialmente entre as mulheres. Se as baias partidárias não fossem, ainda assim, um grande obstáculo, quem sabe se não ganharia - e talvez mais merecidamente do que qualquer dos vencedores prováveis.

Publicado por CDSLX às 06:26 PM

Lido na Blogosfera

Lido no Blog Tonibler:

À espera de Eduardo Prado Coelho

"Quem teve oportunidade de assistir aos diferentes debates dos candidatos à presidência da Câmara Municipal de Lisboa tem nesta altura uma visão clara de quem se está a propor para o cargo.
Ontem à noite estiveram frente a frente os candidatos do PS e do PSD. Com já foi escrito neste blogue um ambiente circense é o que melhor descreve o "debate" das diferentes "propostas".

Nas sessões anteriores pudemos ficar finalmente a conhecer o protagonista, do embargo ao túnel das Amoreiras, que afectou decisivamente o dia a dia de muitas pessoas que por ali circulam e vivem. A principal surpresa neste caso foi que em relação a este candidato o facto de não saber falar, simplesmente não fala e intervém apenas com monossílabos. Um autentico...mongo.... pensar que foi graças aquela figura que a cidade tem sofrido amargamente nos últimos 6 a 9 meses correspondentes ao atraso da obra.

O candidato do PCP, esteve igual a si próprio, igual à tradicional postura da nomenklatura comunista, sendo que Rubens de Carvalho representa a ala moderada dos ortodoxos. Nada de novo aqui portanto.

Maria José Nogueira Pinto foi a ÚNICA candidata que com o bom senso de educação se permitiu a lançar ideias e projectos reais para a cidade. Se a democracia funcionasse, seria concerteza a próxima presidente da câmara.

Vamos então aos candidatos presidenciaveis. Carmona Rodrigues tem o pecado mortal de ter sido o número dois de Pedro Santana Lopes. Acumula com este o pecado de quem andou aos ziguezagues entre governo e câmara com o seu número um.
O candidato Carrilho apresentou-se tal qual já nos tinha preparado: o pai do Diniz Maria, um autentico cabeça de vento. Não tem ideias, só fala superficialidades, Como diria o outro se Carrilho estivesse calado era um poeta, e assenta a sua estratégia num marketing intensivo com investimentos brutais que sabe-se lá quem está a suportar.

Com este cenário resta-nos esperar pela analise de Eduardo Prado Coelho (EPC) . EPC é aquele que escreve crónicas a fazer analogias entre o José Mourinho e a Irmã Lúcia, é aquele que se indigna quando alguém opina que a "classe" de intelectuais em Portugal praticamente não existe. EPC disse recentemente que Carrilho tinha feito bem em desmarcar-se primeiro da candidatura presidencial de Mario Soares para dois dias depois dizer que Carrilho fez bem em apoiar esta candidatura.

Ficamos então, à espera da inigualável analise de Eduardo Prado Coelho...."

Publicado por CDSLX às 04:39 PM

Lido na Blogosfera

Manuel Falcão, A Esquina do Rio

"LISBOA – Quanto mais a campanha avança, mais ficam claras as fragilidades de vários candidatos. Da superficialidade de Sá Fernandes à pesporrência de Carrilho, passando pelo voluntarismo sem estratégia de Carmona Rodrigues, já apareceu de tudo. Até agora, salvam-se Maria José Nogueira Pinto e Ruben de Carvalho, claramente os dois candidatos que melhor conhecem Lisboa e que têm ideias mais assentes sobre o assunto – por muito que isto choque os bem pensantes e os funcionários partidários muito politicamente correctos que vão enchendo as restantes campanhas de disparates."

posted by mf at 09:36

Publicado por CDSLX às 03:20 PM

setembro 17, 2005

Programa de Campanha para segunda-feira

Programa para o dia 19 de Setembro

09H30 – Instituto da Droga e da Toxicodependência (Av. João Crisóstomo, 14 – em frente ao Ministério da Saúde)

15H00 – Ginásio Clube Português (Praça Ginásio Clube Português, 1)

A Dra. Maria José Nogueira Pinto será acompanhada pelo presidente do CDS-PP, Dr. José Ribeiro e Castro na visita ao Instituto da Droga e da Toxicodependência. No final da visita a Dra. Maria José Nogueira Pinto fará uma declaração à imprensa acerca do último relatório nacional sobre droga e toxicodependência.

Publicado por CDSLX às 08:31 AM

Vida de artista

O programa de pré-campanha da candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, levou-a hoje a visitar o Banco de Voluntariado para a Cidade de Lisboa e a tão conhecida Casa do Artista.

O Banco do Voluntariado, criado no âmbito do pelouro da Acção Social da Câmara de Lisboa, é responsável pela ligação entre uma série de instituições – cerca de 70 no seu total – e os voluntários. E as áreas de acção são vastas, desde o domínio cívico, a acção social, a saúde, a educação, ciência, cultura, defesa do património, etc.
“Mas muitas vezes as associações tornam-se um pouco indisciplinadas e criam os seus próprios bancos”, constatou Maria José Nogueira Pinto, conferindo importância devida áquela organização.
“O voluntário funciona muitas vezes por impulso”, referiu a candidata democrata-cristã, sublinhando a impotância do “trabalho e triagem e formação”, também conduzido por aquele centro. Isto porque “se queremos ver uma tarefa terminada, temos que ter uma resposta contínua”.

Saída do Banco de Voluntariado foi tempo de seguir para a Casa do Artista, onde Raúl Solnado e Linda Silva receberam a candidata à Câmara de Lisboa de braços abertos.
O momento foi de convívio onde não faltaram as histórias de vida dos personagens principais daquela casa: bailarinas, responsáveis de guarda-roupa do antigo Parque Mayer, actores, cantores, encenadores que também são poetas. Pessoas que tudo têm em comum e que usam aquele espaço para um convívio diário.
Defendendo uma casa que se mostra exemplar, Raul Solnado não deixa de referir que “vários grupos profissionais estão agora a tentar juntar-se” para criar novas “Casas do Artista”, mas desta vez com enfermeiros, ferroviários, etc. “Vêm cá perguntar como é que fizemos”, acrescentou ainda o actor.
Para Maria José Nogueira Pinto, trata-se de uma espaço “muito agradável” e, sem dúvida, um exemplo a seguir.

Publicado por CDSLX às 08:28 AM

setembro 15, 2005

Uma vida de diferença

A candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, dividiu hoje o seu tempo de pré-campanha entre os mais tenros de idade e os mais experientes de vida.
A primeira paragem foi na Maternidade Alfredo da Costa, “uma homenagem clara ao local onde já nasceu mais de um milhão de lisboetas.

Fui directora desta casa numa altura particularmente crítica e conseguimos com a nossa equipa encontrar nichos de excelência, equipá-la tecnologicamente e catapultá-la para o lugar que merece”, contou a candidata democrata-cristã, garantindo que “Lisboa é um pouco como esta instituição. No dia 9 de Outubro, os lisboetas vão poder escolher entre obras de fachada ou uma renovação de fundo, tal como aconteceu aqui”. “Lisboa precisa de alguém que a agarre e lhe dê as condições que ela merece”, acrescentou peremptoriamente.

Maria José Nogueira Pinto percorreu os corredores da Maternidade Alfredo da Costa, acompanhada pelo actual director, Prof. Jorge Branco, relembrando os bons tempos que passou naquela instituição.
Da Maternidade Alfredo da Costa foi tempo de seguir para “O Cantinho dos Velhotes”, um espaço na Rua Campo de Ourique onde a Sociedade Filarmónica Alunos de Apolo disponibiliza refeições para os mais idosos e carenciados daquela freguesia.

Embora os Alunos de Apolo resistam apenas com as quotas dos seus associados e a receita dos bailes e dos cursos de dança que organiza, é com gosto que proporcionam aqueles almoços diários e aquele mesmo sítio de convívio.

Perante esta realidade, Maria José Nogueira Pinto não pôde deixar de constatar: “Quando a sociedade civil se move para fazer o papel do Estado, não se compreende como é que o Estado negligência e muitas vezes não apoia essa mesma sociedade civil”.

Publicado por CDSLX às 05:59 PM

Programa de Campanha para o fim de semana

SÁBADO

Com a participação de Telmo Correia, cabeça de lista à Assembleia Municipal de Lisboa

14h30 – Percurso em Telheiras
Ponto de encontro: Metro Telheiras – R. Prof. Francisco Gentil

15h30 – Percurso no centro do Lumiar

17h00 – DEBATE DA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS E DEFESA DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO-CULTURAL DA FREGUESIA DA AMEIXOEIRA, com a participação de Telmo Correia.
Instituto Superior de Gestão

DOMINGO

14H30 Rally-Paper da Juventude Popular de Lisboa, com a presença de Maria José Nogueira Pinto na largada, ao alto do Parque Eduardo VII.

Publicado por CDSLX às 03:52 PM

Lido na Blogosfera

Lido no bolgue Espumadamente:

"(...)Eu não conheço bem a Maria José. Mas tenho a percepção de que é uma mulher séria, competente e, aparentemente, desenvolveu um excelente trabalho na Misericórdia, parece-me decidida, culta, sabe falar, veste-se bem, tem presença e oralidade, enfim, não vislumbro uma verdadeira razão para não votar nela, ao contrário do que acontece com todos os outros candidatos. Sinto, até, que poderia ser uma estimável alavanca de mudança em Lisboa.

Provavelmente ela não ganhará. As pessoas foram ensinadas a partidarizar tudo o que tenha a ver com o papelinho nas urnas e acredito que esta fidelização ao clube seja ímpar, relativamente aos outros países europeus. Por isso, a coisa vai ser disputada entre a placidez e bonomia de Carmona e a figura circense de Carrilho. Mas… fico de bem com a consciência.

Zezinha a Presidente da Câmara Municipal da minha cidade, já."

Ler o post completo aqui.

Publicado por CDSLX às 03:28 PM

Lido na Blogosfera - Os debates

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Lido no blogue As eleições autárquicas em Lisboa:

Terça-feira, Setembro 06, 2005

Nogueira Pinto 1 - Carmona 0

No primeiro de uma série de debates que colocarão em confronto todos os candidatos à câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto ganhou a Carmona Rodrigues.

Carmona apareceu demasiado na defensiva, sem capacidade de atacar e com falhas na defesa. Deixou Nogueira Pinto criticar sem justificar as acusações que foram lançadas. Não conseguiu expôr as suas propostas. Nem tão pouco recordar o óbvio: o PP foi co-responsável (para o bem e para o mal) na gestão da cidade nos últimos quatro anos.

A candidata popular foi agressiva, explicou algumas das suas propostas, criticou severamente as opções dos últimos quatro anos na CML e ainda conseguiu passar a imagem de que o PP nada teve que ver com a actual gestão camarária.

Ganhou Nogueira Pinto o primeiro debate.

Quarta-feira, Setembro 07, 2005

Nogueira Pinto 1 - Ruben Carvalho 2

Num debate em que os contendores não disputavam eleitorado, as coisas não chegaram a aquecer.

A única nota digna de destaque foi a de que Ruben Carvalho desmontou a aura de virgindade que Nogueira Pinto tem tentado fazer passar ao afastar responsabilidades na gestão dos últimos quatro anos na câmara de Lisboa. O candidato comunista sublinhou que o PP esteve com o PSD na governação da CML.

Sábado, Setembro 10, 2005

Nogueira Pinto 3 - Sá Fernandes 0

Foi uma vitória que se começou a desenhar logo nos primeiros minutos neste confronto entre os candidatos do PP e do Bloco de Esquerda.

O próprio Sá Fernandes minimizou as responsabilidades do PP na última gestão da câmara.

Num debate marcado pelos temas sociais, Nogueira Pinto demonstrou estar muito bem perparada, apresentando, ao contrário de Sá Fernandes, uma ideia coerente sobre a matéria.

Nesta disputa, Sá Fernandes apresentou grande desconhecimento dos problemas da cidade, ignorância sobre o que tem sido feito na cidade, manifestando grandes fragilidades enquanto candidato à câmara de Lisboa.

Segunda-feira, Setembro 12, 2005

Carrilho 1 - Nogueira Pinto 1

Um debate com uma confirmação e uma surpresa.

Nogueira Pinto confirmou um conhecimento mais profundo e menos demagógico das questões enquanto Carrilho tem um conjunto de frases plásticas sobre as propostas.

Carrilho apareceu mais humilde, esclarecendo que afinal (ao contrário do que tinha afirmado) fica não sendo eleito presidente e que é contra a portagem à entrada da cidade. Foi preciso muito trabalho para o colocar neste registo que (cuidado!) não é o dele.

Já agora, Maria José Nogueira Pinto, confirmou ter um conhecimento particularmente profundo das pastas que hoje são de Helena Lopes da Costa. E, curiosamente é a área que defende na avaliação desta gestão da CML... Porquê?

Publicado por CDSLX às 03:03 PM

Nogueira Pinto quer "renovação de fundo" para Lisboa

(Notícia Lusa)

"Lisboa, 15 Set (LusaRádio) - A candidata do CDS/PP à Câmara de Lisboa defendeu hoje que Lisboa precisa de uma "renovação de fundo" e de "alguém que a agarre e a vire para o futuro".

Maria José Nogueira Pinto afirmou, durante uma visita à Maternidade Alfredo da Costa (MAC), que "Lisboa é um pouco como esta instituição no dia 9 de Outubro [data das eleições autárquicas] os lisboetas vão escolher entre ter obras de fachada ou ter uma renovação de fundo como aconteceu aqui".

A candidata recordou o tempo em que foi directora da MAC, no início da década de 90, durante o qual a instituição passou por "uma fase particularmente crítica", referindo que a sua equipa conseguiu "graças à capacidade técnica dos profissionais que aqui trabalhavam encontrar nichos de excelência e dotá-la de tecnologia de ponta".

"Primeiro tentámos encontrar a missão da maternidade e depois é que vieram as obras", sublinhou.

Maria José Nogueira Pinto disse ainda que a visita é uma homenagem à "casa mãe de Lisboa onde nasceu mais de um milhão de lisboetas".

A candidata do CDS-PP visitou, acompanhada pelo director da Maternidade Alfredo da Costa, Jorge Branco, a nova unidade de consulta de alto risco, que entrou hoje em funcionamento, e os cuidados intensivos da MAC.

ACA.

Publicado por CDSLX às 02:48 PM

setembro 14, 2005

Programa de Campanha de amanhã

PROGRAMA DE CAMPANHA
15 de Setembro


11.00 – Maternidade Alfredo da Costa
(R. do Viriato)
12.30 – Visita ao almoço dos idosos nos Alunos de Apolo
(R. Campo de Ourique, 39)
18.00 – Debate na Associação Abril
(Terraço da "Polux")

Publicado por CDSLX às 08:07 PM

Apostar no Turismo, apostar na competitividade

O Aeroporto de Lisboa, a alta velocidade ferroviária e as qualidades turísticas da capital foram alguns dos aspectos abordados na audição organizada ontem, no auditório do edifício novo da Assembleia da República, pelo grupo parlamentar do CDS-PP.

”As grandes opções de infra-estruturas e o Turismo como factor de competitividade para Lisboa” foi o tema escolhido para o debate que reuniu a candidata democrata-cristã à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, o Vice-presidente da AR, ex-ministro do Turismo e cabeça-de-lista pelo CDS-PP à Assembleia Municipal de Lisboa, Telmo Correia, o presidente da Confederação do Turismo Português (CTP), Atílio Forte, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Vítor Filipe, e o presidente da Associação dos Hotéis de Portugal (AHP), Luís Alves de Sousa.

Depois das introduções levadas a cabo pelo presidente da bancada parlamentar do CDS-PP, Nuno Melo, Telmo Correia começou por lançar o mote: “Temos que pensar o que Portugal faz e o que pode fazer... quais deverão ser as suas áreas de aposta?”. Para o deputado, “o Turismo deverá ser uma aposta estratégica. O Turismo é o petróleo de Portugal, um factor-chave do nosso desenvolvimento. Mais ainda se pensarmos em Lisboa”.

E é em Lisboa que Maria José Nogueira Pinto pensa, à medida que afirma que “neste momento é preciso pôr um ponto final no declínio que se vive. Lisboa não tem tempo para mais asneiras, para mais atentados contra nós próprios”.

Para a candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa, “o panorama é o de uma cidade que precisa de ser revitalizada”.
“Tornar Lisboa competitiva é uma ambição de qualquer presidente de câmara” e “a questão do Turismo é um factor determinante para a competitividade da cidade”.

Por tal, Maria José Nogueira Pinto defende que se deve dar especial atenção às acessibilidades, à qualidade ambiental, às entidades prestadoras de serviços de qualidade (nomeadamente na área da Saúde), à desburocratização, à segurança, à sinalética, e até à poluição visual.

Mas no final, “um dos principais factores de competitividade para arranque é gostarmos de nós, é a auto-estima”, acrescenta.
A candidata democrata-cristã aposta numa competitividade de Lisboa que começa com “o arrumar da casa” e a revitalização da cidade, quer seja ao nível urbano, económico e humano. “Há que trazer as pessoas para a cidade, porque só as pessoas tornam a cidade viva e nós não queremos que os turistas visitem uma cidade morta”.

Publicado por CDSLX às 10:33 AM

"Lisboa deve ser ouvida sobre deslocalização do aeroporto"

(Notícia Lusa)

"Candidata do CDS/PP à Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, na audição parlamentar sobre "As Grandes Opções de Infra-estruturas e o Turismo como factor de competitividade para Lisboa".

"Lisboa tem de ser ouvida quanto à questão da deslocalização do aeroporto da Portela para a Ota, bem como a autarquia lisboeta, os agentes económicos e os representantes das empresas", afirmou Maria José Nogueira Pinto, à margem da audição parlamentar sobre "As Grandes Opções de Infra-estruturas e o Turismo como factor competitividade para Lisboa".

A candidata disse que não conhece qualquer estudo sobre a matéria e teve a confirmação neste encontro, pela voz do presidente da Confederação Portuguesa de Turismo, de que também os associados do sector não estão a ser informados sobre o impacto da medida.

Nogueira Pinto considerou que, "sendo o aeroporto um dos factores de competitividade determinante para a cidade", a sua deslocalização terá efeitos bastante negativos para a capital.

"Os empregos, os restaurantes, os hotéis e os táxis" serão os principais afectados uma vez que a cidade tem muito "turismo de fim-de- semana".

"Não estamos contra o aeroporto da Ota, mas a favor do aeroporto da Portela", sublinhou.

Para além disto, a candidata afirmou ser necessário resolver problemas como o do "ambiente, do ruído, da qualidade da água e da mobilidade", não só pelo turismo, mas principalmente pela "qualidade da cidade que só assim será competitiva".

ACA."

Publicado por CDSLX às 10:29 AM

setembro 12, 2005

Audição Parlamentar com o Dr. Telmo Correia

Amanhã, 13 DE SETEMBRO pelas 15H00, no Auditório do Edifício Novo da Assembleia de República realiza-se uma audição parlamentar promovida pelo Dr. Telmo Correia com o título:

“As Grandes Opções de Infra-estruturas e o Turismo como factor de competitividade para Lisboa”

O encerramento será realizado pela Dra. Maria José Nogueira Pinto.

Publicado por CDSLX às 05:37 PM

setembro 09, 2005

Convenção autárquica do CDS-PP

Decorre amanhã, dia 10 de Setembro em Oliveira do Bairro, a Convenção Autárquica do CDS.

Para ver o Programa clique em "Continue a ler Convenção autárquica do CDS-PP".

CONVENÇÃO AUTÁRQUICA

OLIVEIRA DO BAIRRO
PAVILHÃO MUNICIPAL
10 DE SETEMBRO DE 2005

PROGRAMA

13H00 CHEGADA DOS PARTICIPANTES

13H15 INSCRIÇÕES

14H45 ABERTURA DA CONVENÇÃO

João Carlos Silvano
Presidente da Concelhia do CDS-PP de Oliveira do Bairro.

Raul de Almeida
Presidente da Distrital do CDS-PP de Aveiro.

Martim Borges de Freitas
Secretário-Geral do CDS-PP.

15H00 INTERVENÇÕES

Acílio Gala
Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro.

As autarquias locais.

Rui Catarino
Candidato a Presidente da Câmara de Vila de Rei.

As autarquias locais e os bombeiros.

Nuno Melo Alves
Candidato a Presidente da Câmara de Angra do Heroísmo.

As autarquias locais e as regiões autónomas.

Maria das Dores Bento Machado
Candidata independente a Presidente da Câmara da Trofa.

As autarquias locais e a razão de ser de candidaturas independentes em listas do CDS-PP.


15H20

Luís Simões
Administrador dos SMAS de Sintra.

As autarquias locais e a não-descriminação em razão da família: a tarifa familiar, um exemplo de proximidade a seguir.

Apresentação em “Powerpoint”

15H35

Ernestina Magalhães Ferreira
1ª candidata à vereação numa coligação.

As autarquias locais, a participação das mulheres e o seu papel em coligações

Eliseu Ferreira Dias
Candidato a Presidente da Câmara de Pombal.

As autarquias locais, a saúde e a terceira idade.

Maria de la Salette
Vereadora e candidata a Presidente da Câmara de Rio Maior

As autarquias locais e a Educação.

Manuel Frade
Candidato a Presidente da Câmara de Vagos.

As autarquias locais e a cultura.

Sílvio Cervan
Presidente da Assembleia Municipal de V. N. de Gaia.

As autarquias locais e o novo papel das Assembleias Municipais


16H00 CARTA DO AUTARCA DEMOCRATA-CRISTÃO

Paulo Núncio
Membro da Comissão Executiva do CDS-PP.

Girão Pereira
Antigo Presidente da Câmara de Aveiro

O autarca do CDS-PP.

16H10

Carlos Resende
Candidato a Presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha.

As autarquias locais, o desenvolvimento industrial e a criação de emprego.

Miguel Paiva
Candidato a Presidente da Câmara de Vale de Cambra.

As autarquias locais e os pólos de excelência.

Ricardo Vieira
Candidato a Presidente da Câmara do Funchal.

As autarquias locais, o turismo e o ordenamento do território.

Domingos Doutel
Candidato a Presidente da Câmara de Mirandela.

Daniel Campelo
Presidente da Câmara de Ponte de Lima.

Maria José Nogueira Pinto
Candidata a Presidente da Câmara de Lisboa.

Leontina Novo
Candidata a Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro.

17H50

João Almeida
Presidente da JP.

Miguel Anacoreta Correia
Vice-Presidente do CDS-PP.


18H00 DISCURSO DE ENCERRAMENTO DA CONVENÇÃO AUTÁRQUICA

José Ribeiro e Castro
Presidente do CDS-PP.


18H30 ENCERRAMENTO DA CONVENÇÃO AUTÁRQUICA

Hino do CDS-PP
Hino de Portugal

Publicado por CDSLX às 04:06 PM

setembro 08, 2005

"Nogueira Pinto contra taxa à entrada de automóveis em Lisboa"

(Notícia Lusa/Diário Digital)

"A candidata do CDS/PP à presidência da Câmara de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, contestou quinta-feira a ideia de introduzir uma taxa à entrada de automóveis na capital, considerando que a medida é «fácil, mas muito injusta».

A introdução de uma taxa à entrada de automóveis em Lisboa é prevista no programa eleitoral do candidato apoiado pelo Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, e admitida pelo candidato do PS, Manuel Maria Carrilho, apenas como «medida limite».

O programa eleitoral do candidato do PSD e actual presidente da câmara, Carmona Rodrigues, é omisso em relação a uma eventual portagem para os carros que entrem em Lisboa - medida que é aplicada em cidades europeias como Londres.

«Uma percentagem das pessoas utiliza o carro para entrar em Lisboa por necessidade e outra percentagem utiliza-o por egoísmo. A taxa é uma medida cega, uma medida fácil, mas muito injusta», declarou Maria José Nogueira Pinto à agência Lusa, depois de uma visita ao Centro de Recursos Multicultural, no bairro Padre Cruz.

A candidata do CDS/PP à Câmara de Lisboa argumentou que «existem ainda condições que não estão preenchidas» para que as pessoas possam não se deslocar de carro à capital, como a construção de parques dissuasores e «uma sequência correcta de transportes públicos», sem as quais não deve ser ponderada a introdução de uma taxa.

«Todos os dias há 400 mil carros que entram em Lisboa. É preciso criar essas condições e fazer pedagogia», contrapôs, salientando que actualmente, «o automóvel pode ser o meio mais económico e eficaz para uma família de classe média-baixa se deslocar».

Maria José Nogueira Pinto dedicou a manhã a visitar departamentos da Câmara Municipal de Lisboa ligados aos transportes e à acção social, entre os quais o Centro de Recursos Multicultural, um espaço dirigido às comunidades imigrantes e minorias étnicas, para conhecer a estrutura que se propõe dirigir.

Questionada sobre a estratégia do seu partido quanto às eleições para a Presidência da República, a presidente da mesa do Conselho Nacional do CDS/PP alegou não ser o momento adequado para se pronunciar sobre o assunto e aproveitou para acusar o PS de utilizar as presidenciais para desvalorizar as autárquicas.

«A candidatura do dr. Mário Soares é uma cortina de fumo que o PS lançou sobre estas autárquicas. Por cima de estas eleições procurar colocar outras é uma falta de respeito pela democracia», acusou.

Diário Digital / Lusa "

Publicado por CDSLX às 06:13 PM

Maria José Nogueira Pinto visita serviços da CML

Alguns departamentos da Câmara Municipal de Lisboa (CML) foram hoje visitados pela candidata do CDS-PP à autarquia lisboeta.

Acompanhada pelo vereador António Carlos Monteiro e pelo candidato Anacoreta Correia, Maria José Nogueira Pinto fez a primeira paragem do dia na Central de Controlo de Tráfego, onde, perante ecrãs que monotorizavam as principais artérias da cidade, recebeu explicações sobre o sistema “Gertrude”. Um sistema que gere em tempo real a regulação do tráfego em Lisboa.

Os acordos estabelecidos com a Carris, a manutenção das vias BUS, a supressão de algumas carreiras de eléctrico e a importância da Polícia Segurança Pública foram alguns dos temas abordados no encontro com o director municipal de Protecção Civil, Segurança e Tráfego, Álvaro Castro, e a directora do departamento de Segurança Rodoviária e Tráfego, Anabela Coucedo.

O Departamento de Acção Social da câmara foi o destino seguinte, onde a candidata do CDS-PP foi recebida por Rosa Sampaio.
À comitiva, a directora daquele departamento descreveu detalhadamente os vários atributos e iniciativas realizadas pela sua equipa, nomeadamente no trabalho com crianças, idosos, pessoas com deficiência, cidadãos em situação de risco ou exclusão relacionada com a saúde mental, ou com desempregados de longa duração e jovens à procura do 1º emprego.

Igualmente, na presença da vereadora da Acção Social, Helena Lopes da Costa, Rosa Sampaio explicou ainda o trabalho feito nas áreas do desenvolvimento comunitário e dos equipamentos sociais.

Parte integrante dos serviços desta vereação está o “Lx Amigo”, local da paragem seguinte da candidata democrata-cristã.
Um serviço de reparações que serve idosos com mais de 65 anos ou cidadãos com mobilidade reduzida com mais de 55 anos, o “Lx Amigo” tem vindo a ganhar cada vez mais notoriedade. Para Maria José Nogueira Pinto, “um trabalho muito importante”, especialmente para quem tem menos condições financeiras.

Por último, foi ainda tempo de fazer uma passagem pelo Centro de Recursos Multicultural, no Bairro Padre Cruz, onde a candidata, para além da secção destinada às comunidades imigrantes e minorias étnicas, visitou ainda uma exposição acerca do trabalho efectuado no âmbito da GEBALIS – Gestão de Bairros Municipais de Lisboa. A GEBALIS gere actualmente 70 bairros e 25 mil fogos, em áreas que abrangem cerca de 70 a 80 mil pessoas.

Publicado por CDSLX às 06:06 PM

setembro 07, 2005

Maria José Nogueira Pinto visita amanhã vários serviços da CML

Amanhã, dia 8 de Setembro, a candidata do CDS visita vários serviços da CML durante a manhã e, à tarde, participa no colóquio da Revista CARGO sobre a importância do Porto de Lisboa.

PROGRAMA DE CAMPANHA
08 de Setembro

09h30 - Central de Controlo de Tráfego
Rua Alexandre Herculano

11h00 - Lx Amigo
Centro Operacional
Av. Alfredo Bensaúde Bloco A, 2

12h00 - Centro de Recursos Multicultural
Rua Rio Cávado, nº 3 A - Bairro Padre Cruz
1600-702 Lisboa

13h00 - Fim da visita

18h00 - Debate Revista CARGO
Gare Marítima de Alcântara

Publicado por CDSLX às 06:23 PM

setembro 06, 2005

Visita a Alfama e São Vicente

Na sua primeira visita no âmbito da campanha autárquica à Câmara Municipal de Lisboa (CML), Telmo Correia, cabeça de lista à Assembleia Municipal, esteve, acompanhado pelo segundo candidato do CDS à autarquia, Miguel Anacoreta Correia, esteve de visita às freguesias de St. Estêvão, S. Miguel e São Vicente de Fora.

Tendo em consideração a importância histórica de Alfama e de toda a sua vertente turística e cultural, bem como as condições dos lisboetas que lá habitam, a manhã começou com uma paragem no Museu do Fado.
Ouvindo as explicações feitas pela gestora do museu, Dra. Sara Pereira, os candidatos democratas-cristãos puderam fazer uma viagem pelo mundo do Fado, passando por réplicas das típicas tasquinhas e casas de fado, aprendendo algo mais sobre a construção das guitarras portuguesas, ou sobre a diferenciação entre fado menor, fado corrido e fado da mouraria. Foi referido, pelo anterior Ministro do Turismo, a importância do desenvolvimento do Turismo Cultural na Cidade de Lisboa.

O Centro Paroquial de Bem-estar e Social de Alfama foi a paragem seguinte da comitiva. Há mais de 25 anos em instalações provisórias, o centro alberga uma creche com cerca de 70 crianças. Situação que levou a directora pedagógica daquela instituição, Dra. Lurdes Torres, a reflectir juntamente com os candidatos acerca da falta de espaço e de jardins para tantas crianças, garantindo ainda que a creche subsiste “graças ao trabalho voluntariado”.
“Estes centros são muito importantes, pois sem eles a vida seria impossível para muitas pessoas”, comentou a propósito Anacoreta Correia.

A manhã foi ainda ocupada com um périplo pelas ruas de Alfama, onde os moradores e lojistas, aproveitando a presença de Telmo Correia, fizeram questão de falar acerca da actual gestão autárquica, podendo ainda contactar de perto com os candidatos democratas-cristãos àquelas freguesias.

Publicado por CDSLX às 09:40 PM

Um olhar sobre a prostituição

Para entender de forma integrada os problemas da prostituição, dos sem-abrigo e da toxicodependência, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) visitou ontém várias instituições de auxílio social na zona do Intendente.

O périplo teve início no Centro de Apoio Social dos Anjos, onde Maria José Nogueira Pinto reuniu com o psicólogo Rui Pinheiro. À candidata, o especialista explicou que, com cerca de 900 utentes, aquele Centro de Apoio não só disponibiliza refeições e uma cama a quem mais precisa, como igualmente efectua todo um trabalho de encaminhamento. “Claro que passam por uma triagem porque, infelizmente, não podemos receber todos”, disse ainda o psicólogo, garantindo que muitas vezes são confrontados com problemas de alcoolismo, mudanças comportamentais e psicoses.

“O problema destas pessoas é muito mais profundo do que um problema de carência económica”, lembrou Maria José Nogueira Pinto.
Seguindo para o Centro de Acolhimento e Orientação da Mulher das Irmãs Oblatas, a candidata democrata-cristã foi recebida pelos responsáveis por aquele centro, que explicaram o importante papel que realizam junto das mulheres prostituídas. Desde as intervenções efectuadas directamente nas ruas, ao acolhimento através do Gabinete de Apoio à Mulher e à integração pessoal e profissional, as Irmãs Oblatas insistiram que a questão das prostituição é relegada muitas vezes para segundo plano devido “aos preconceitos sociais que existem”.

“Não se justifica a falta de preocupação que existe com a questão da prostituição”, começou por dizer a candidata à autarquia lisboeta, acrescentando: “Há uma má consciência em relação a este tema, que é mais delicado e as pessoas tendem a fugir dele”.
Para Maria José Nogueira Pinto é importante apostar numa “acção social a realizar em rede”, onde a CML e a Misericórdia trabalhem em conjunto. “Não se pode encarar as questões da prostituição pontualmente”. “Implica uma política pública, não podendo ficar só pela boa vontade das pessoas”, disse ainda.
No caso da autarquia, Maria José Nogueira Pinto defendeu que pode haver uma contribuição com centros de acolhimento, apartamentos de saída, formação profissional, etc.
A manhã foi ainda preenchida com uma visita à instituição “O Ninho”, que conta com 38 anos de existência e que, à semelhança das Irmãs Oblatas, trabalha com mulheres prostituídas.

Foi tempo ainda de defender que “na nossa sociedade a ausência de legislação é morte civil. Acho que deveria de haver alguma atenção e avaliação por parte dos órgãos de soberania sobre esta questão”. “Seria positivo que a Assembleia da República organizasse uma audição para conhecer melhor este fenómeno”, acrescentou a candidata.

Publicado por CDSLX às 01:44 PM

setembro 05, 2005

Telmo Correia e Anacoreta Correia visitam Freguesias de St. Estêvão, S. Miguel e São Vicente de Fora

PROGRAMA DE CAMPANHA
06 de Setembro

Freguesias de St. Estêvão, S. Miguel e São Vicente de Fora

Amanhã, dia 6 de Setembro, a Campanha do CDS, com o cabeça de lista à Assembleia Municipal, Dr. Telmo Correia, e o segundo candidato à CML, Eng. Anacoreta Correia, visita as freguesias de Santo Estêvão, São Miguel e São Vicente de Fora.

O Programa de amanhã tem como contexto a importância da zona histórica de Alfama, tanto na vertente turística e cultural, como nas condições dos lisboetas que lá habitam.

Manhã

10h00
Museu do Fado
Largo do Chafariz de Dentro, Nº 1

11h30
Centro Paroquial de Bem Estar e Social de Alfama
Beco da Bicha, 3

12h30
Visita à Quinta do Ferro

Noite

O Dr. Telmo Correia irá visitar várias Casas de Fado, onde contactará com os proprietários das mesmas, com o objectivo de debater a realidade turística e económica desta zona histórica.

Publicado por CDSLX às 06:04 PM

setembro 02, 2005

Maria José Nogueira Pinto visita instituições do Intendente

CORREÇÃO: Segunda-feira, dia 5 de Setembro
13H30 – Declarações à Imprensa sobre problemática da prostituição e sobre exclusão social

Ponto de Encontro: Igreja dos Anjos

No âmbito da visita às freguesias de Santa Justa, Socorro e Anjos, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Dra. Maria José Nogueira Pinto, visitará na próxima segunda-feira, dia 5 de Setembro, uma série de instituições de apoio social no Intendente, entre as quais as Oblatas do Santíssimo Redentor, a Associação “O Ninho”, o Projecto DROP-IN e o Centro de Apoio Social dos Anjos da Santa Casa da Misericórdia. (Locais onde não será possível a recolha de imagens)

A Dra. Maria José Nogueira Pinto fará, pelas 13H30, algumas declarações à Imprensa sobre a problemática da prostituição e da exclusão social.

Publicado por CDSLX às 05:05 PM

Uma Baixa problemática

O Café Nicola foi o ponto de encontro para um interessante debate sobre os problemas que actualmente afectam a Baixa Pombalina.
Numa conversa aberta organizada pela Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Maria José Nogueira Pinto ouviu atentamente as queixas apresentadas pelos representantes dos comerciantes daquela zona lisboeta.

A segurança e higiene, a circulação automóvel, o estacionamento e as cargas e descargas, bem como a necessidade de uma gestão integrada do centro histórico, foram os pontos focados.
“Para aguentar o que a Baixa tem aguentado é porque esta é uma zona extraordinária”, afirmou José Ratinho, membro da associação, acrescentando: “Nós somos comerciantes e temos graves problemas na Baixa. Precisamos de ver quais são os pontos em que a máquina está estrangulada”.
“Temos de tentar entender as causas desta situação, que são várias”, começou por dizer a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Para Maria José Nogueira Pinto, “a questão do Rossio prende-se com o desprezo absoluto da sua manutenção. A nossa obrigação é prevenir e não remediar”, sublinhou a candidata democrata-cristã.

Defendendo que “não quisemos um programa vistoso, quisemos um programa exequível”, Maria José Nogueira Pinto advogou a favor do “aperfeiçoamento das medidas de segurança, reforçando os recursos”. Ainda, pela necessidade de “investir na higiene urbana. A questão da iluminação é muito importante e temos que conseguir retomar o hábito das pessoas virem à Baixa”.

Partidária de uma estratégia integrada para aquela zona lisboeta, a candidata à autarquia defendeu a existência de um pacote de medidas intercalares para conseguir a revitalização da Baixa. Medidas essas que ajudarão a travar o declínio que se tem vindo a sentir.

Sobre o estacionamento, Maria José Nogueira Pinto defendeu ainda que “temos que reorganizar aquilo que existe. Existe estacionamento, mas ele está a ser mal gerido. Temos que efectivamente melhorar o acesso à Baixa”.

No final, a democrata-cristã deixou o desafio: “Seria bom que quem ganhasse apresentasse um programa de governo de quatro anos para a cidade de Lisboa”, de formar a recolher todas as boas ideias existentes nos diferentes programas eleitorais para a CML.

Publicado por CDSLX às 04:56 PM

setembro 01, 2005

Maria José Nogueira Pinto amanhã no Café Nicola

10H00 – Colóquio no Café Nicola sobre a Baixa Pombalina

A convite da Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Dra. Maria José Nogueira Pinto, estará amanhã no Café Nicola, pelas 10 horas, para debater os temas que mais preocupam os comerciantes da Baixa Pombalina: a Segurança e Higiene; a Circulação Automóvel; o Estacionamento e Cargas e Descargas e a gestão integrada do centro histórico.

Este será o primeiro encontro que esta associação promeverá com todos os candidatos à autarquia lisboeta.

Publicado por CDSLX às 05:19 PM

Visita da Candidatura da Dr.ª Maria José Nogueira Pinto ao Parque das Nações

(Notícia da ANMPN)

"Na sequência do convite do Dr. José Moreno presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações (AMCPN), deslocou-se à Marina do Parque das Nações - Edifício Nau -, a candidata à Câmara Municipal de Lisboa – Dr.ª Maria José Nogueira Pinto - acompanhada, entre outros, pelo Engº António Rosinha e Dr. Anacoreta Correia. A ANMPN esteve representada pelo presidente e vice-presidente respectivamente, Manuel Ventura e Paulo Andrade.

A candidata numa atitude informal convidou as duas associações presentes a juntarem-se à mesa para uma breve troca de impressões. A ANMPN entregou um dossier a cada um dos presentes contendo diversa documentação e expressou a sua indignação pelo desprezo a que a Marina foi votada não só pela Parque Expo, como também pela concessionária, autarquia e governo.
A Dr.ª Maria José N. Pinto mostrou-se chocada com toda a situação de desleixo e abandono em que se encontram a marina, o edifício Nau e respectivos arredores, bem como, pelo esbanjamento de recursos financeiros públicos efectuado ao longo dos últimos anos, sem qualquer resultado para o restabelecimento da operação da marina.


Afirmou ter enorme dificuldade em compreender como é possível não potenciar uma infra-estrutura como a Marina do Parque das Nações, decerto geradora de evidentes mais valias para os potenciais investidores e agentes económicos. Por outro lado reconheceu não ser admissível que a cidade de Lisboa permita ter no seu seio tamanho e absurdo espectáculo.

A nossa associação fez notar que a Câmara Municipal de Lisboa tem responsabilidades no estado actual da marina, já que, nada faz para sentar à mesa as partes interessadas e congregá-los num desígnio comum que permita, de uma vez por todas, desbloquear o processo. É o interesse público que o exige!
A candidata afirmou que a sua candidatura não tem nada de novo para oferecer, já que, o trabalho que está por acabar na cidade de Lisboa é mais do que suficiente para a vigência de um mandato. A Marina do Parque das Nações é um entre muitos exemplos do que atrás ficou referido, para a qual é fundamental uma solução urgente.

Entende que a CML pode e deve assumir um papel mais activo na tentativa de contribuir para uma solução que acabe de uma vez por todas com a péssima imagem que todo o local apresenta e permita a operacionalidade daquela que será a primeira marina da capital. Chamámos à atenção da Dr.ª Maria José para o desmazelo e para a acumulação de lixo na ponte-cais e quebra-mares, locais tomados novamente de “assalto” pelos pescadores de cana (estavam dezenas à hora da visita), em atitude de completo afrontamento à placa de “Proibição de Pescar” (resta apenas uma das três placas afixadas há cerca de um mês, verdadeiro exemplo da falta autoridade e de zelo por parte da Parque Expo, naquele espaço.)
Ficámos cientes do interesse da candidata que mostrou possuir ideias firmes e concretas sobre a necessidade de dinamizar as frentes ribeirinhas da cidade, a náutica de recreio e o turismo de vertente náutica.

A Direcção da ANMPN

Publicado por CDSLX às 04:43 PM

"Idosos devem ser prioridade em Lisboa "

(Notícia Diário de Notícias, de 1 de Setembro)

Luísa Botinas

"Maria José Nogueira Pinto defende a intervenção do Estado na promoção do apoio a idosos e, quanto ao papel da Câmara de Lisboa, a candidata do CDS/PP à presidência da autarquia da capital é clara "O município deve incluir nas suas operações de reabilitação urbana uma componente de apoio a idosos, promovendo a construção de residências assistidas. Um caso paradigmático poderá ser o da Baixa, se avançar a sua recuperação como se anuncia."

Quando uma cidade como Lisboa já tem 25 por cento da sua população com mais de 65 anos e os problemas associados a esta faixa etária são sérios e caros para a sociedade, "um autarca tem que ter sensibilidade para a sua resolução", sustenta a candidata.

Não foi o facto de ter exercido o cargo de Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que levou Maria José Nogueira Pinto a dedicar o dia de ontem às questões sociais e a incluir uma visita a um centro da instituição. "Viemos porque o problema demográfico dos idosos em Lisboa é muito importante e vai custar cada vez mais caro, conforme os próprios estudos indicam."

O centro de Dia de Doentes de Alzheimer foi outro ponto de paragem que serviu para "mostrar a falta de ajudas disponíveis a estes doentes e suas famílias na rede social existente".

No entender da candidata, "para a resolução de problemas desta natureza é preciso estabelecer prioridades", acrescentou, mostrando incompreensão face à utilidade de investimentos municipais avultados "como o do projecto Gehry" para o Parque Mayer, quando "há ainda tanta coisa para fazer por estes Lisboetas".

Ribeiro e Castro, líder do CDS/PP, acompanhou a visita e considera que "desde Nuno Abecasis Lisboa não tinha uma pessoa com tanta sensibilidade para resolver os seus problemas como Maria José Nogueira Pinto"."

Publicado por CDSLX às 08:59 AM

"Zezinha nos Alunos de Apolo"

(Notícia Correio da Manhã, de 1 de Setembro)

"A candidata a Lisboa do CDS-PP, Maria José Nogueira Pinto, quis ontem mostrar como o papel de uma colectividade pode cumprir a missão de formação e entretenimento até para idosos.

Os Alunos de Apolo, com cerca de 600 associados, estão abertos durante o dia e são vários os idosos que lá passam para um pézinho de dança. Também foi lá que a candidata aprendeu a dançar o tango há uns anos. Ontem, dedicou parte do dia a defender residências assistidas para idosos".

Publicado por CDSLX às 08:56 AM