agosto 29, 2005
Maria José Nogueira Pinto visita Chelas acompanhada pelo Arq. Manuel Salgado
Amanhã, dia 30 de Agosto, a candidata do CDS visita Chelas acompanhada pelo Arq. Manuel Salgado.
Segundo a candidata democrata-cristã, "Os chamados bairros de realojamento não são uma mera operação urbanística. O seu objectivo não era apenas realojar pessoas vindas de “bairros de lata” ou de zonas problemáticas como o Casal Ventoso.
Assim, é óbvio que a intervenção social, quer a priori quer acompanhando todo o processo, era uma condição indispensável para transformar este processo num verdadeiro processo de intervenção social.
O plano urbanístico e o plano social deveriam, desde a fase da concepção, ter actuado articuladamente, reunindo o leque necessário de competências.
Chelas é um bom exemplo do que não devia ter acontecido."
"Para que estes bairros não sejam resultado de uma mera deslocalização e concentração de problemas sociais, para que uma parte de Lisboa não caminhe para formas negativas de “guetização” e porque uma cidade digna é aquela que integra e não exclui, porque nos candidatamos a pensar em todos os lisboetas, porque as soluções são complexas, lentas e sempre pluridisciplinares" e no intuito de explicar porque se deve e como se pode fazer diferente e melhor, a candidata Maria José Nogueira Pinto convidou o arquitecto Manuel Salgado para esta visita.
Considerado um grande conhecedor das questões urbanísticas que se colocam à reabilitação de Chelas, Manuel Salgado é o responsável da cadeira de Projecto Final (5º ano) da licenciatura em Arquitectura do Instituto Superior Técnico, sendo que o tema de estudo este ano lectivo é “Uma Nova Centralidade em Chelas”.
O programa da visita de amanhã, que inclui também as freguesias de Marvila, Beato e Olivais, é o seguinte:
09h30 – Visita à Av. Santo Condestável – Junto metro Belavista – por baixo do viaduto do “Feira Nova”, com o Arq. Salgado.
10h30 - Visita à Sede do Clube Oriental de Lisboa
12h00 - Encontro com os Bombeiros Voluntários do Beato e Olivais
12h40 - Reunião com a Associação de Moradores do Bairro dos Loios
13h30 - Almoço no restaurante "Marina Tapas"- Marina do parque das Nações - com os candidatos e Dr.ª Julieta Sanches – FENACERCI
15h00 – Café no “Marina Tapas” com Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações e Associação Náutica da Marina do Parque das Nações
15h00 – Visita a ACAPO, Centro de Produção e Formação Profissional.
Publicado por CDSLX às 04:52 PM
Visita ao Canil e Gatil Municipal
Maria José Nogueira Pinto visitou esta tarde o Canile o Gatil Municioal de Lisboa, acompanhada pelo Vereador António Carlos Monteiro, e terceiro candidato do CDS à CML, Orísia Roque, presidente da Concelhia do CDS de Lisboa, entre outros elementos das listas democrata-cristãs.
No fim da visita e da reunião com os responsáveis da CML, Maria José apresentou as suas propostas eleitorais nesta área:
Resumo de Propostas para o Melhoramento
do Canil e Gatil Municipal de Lisboa
Condições Sanitárias
Implementação dum programa de saúde preventiva e controlo sanitário, no qual se incluem as seguintes medidas:
- Realização de exame clínico a todos os animais após a captura, identificação de patologias e implementação do respectivo tratamento.
- Eutanásia dos animais irrecuperáveis.
- Criação de espaços de isolamento para os animais recém introduzidos.
- Despiste de zoonoses (leishmaniose) e eutanásia dos animais positivos.
- Despiste de doenças infecto-contagiosas particularmente relevantes (ex.: imunodeficiência e leucemia felinas, dirofilariose, esgana, etc.).
- Desparasitação interna e externa.
Este programa visa a reabilitação rápida e eficaz dos animais capturados, com vista à sua esterilização cirúrgica e subsequente adopção. Desta forma é possível intervir no melhoramento da saúde pública, na diminuição da incidência de doenças transmissíveis e no estímulo à adopção responsável de animais abandonados.
Igualmente importante é a criação dum manual de boas práticas de trabalho de forma a prevenir surtos de doenças contagiosas nas instalações camarárias e diminuir o risco de doenças profissionais nos trabalhadores (uso de protecção auricular, luvas e roupa de trabalho adequada).
Bem-estar Animal
- Criação de recintos ao ar livre para passeio diário dos animais.
- Desenho adequado das instalações, com áreas de isolamento e quarentena, recobro, manutenção, passeio e limpeza dos animais para adopção.
- Aplicação de feromonas nos gatis.
- Distribuição dos animais pelas instalações de acordo com as suas condicionantes biológicas e comportamentais.
Formação Profissional
- Desenvolvimento de acções de formação contínua aos trabalhadores do canil e gatil, bem como aos agentes da PSP, GNR, Bombeiros e Polícia Municipal no âmbito das técnicas adequadas de captura, primeiros socorros e maneio de animais.
Combate ao Abandono de Animais de Companhia
- Fiscalização do cumprimento da legislação referente à identificação electrónica (microchip) dos animais de companhia – utilização de leitores de microchip pelos agentes policiais em patrulha.
- Criação de um fundo de apoio a proprietários de animais de companhia carenciados
(comparticipação por parte do município na esterilização e microchipagem dos animais).
- Criação de coimas para penalizar os maus-tratos, o abandono e o incumprimento da identificação electrónica e registo obrigatórios de animais de companhia.
Doação de Animais
- Organização de campanhas de doação de animais abandonados e sua publicitação (brochuras a distribuir pelos serviços camarários e pelas clínicas veterinárias do concelho, spots televisivos, mupis, etc.).
- Promoção da adopção responsável de animais abandonados através da oferta da vacinação, desparasitação, esterilização e microchipagem dos mesmos.
- Contratação de técnicos de relações públicas para acolher as visitas e os potenciais futuros donos dos animais a adoptar, promover a imagem do serviço e gerir as campanhas junto da comunidade.
Medidas de Dinamização e Apoio ao Canil e Gatil Municipais
- Organização de estágios a realizar no canil/gatil para alunos de Medicina Veterinária e Enfermagem Veterinária.
- Desenvolvimento de parcerias e protocolos com entidades privadas (hospitais e clínicas veterinárias, associações de protecção animal) e Faculdades de Medicina Veterinária no sentido de se obter apoio clínico para o tratamento e esterilização dos animais abandonados.
Lisboa, 28 de Agosto de 2005
Publicado por CDSLX às 03:41 PM
julho 19, 2005
Depoimento do Prof. Castro Caldas
"Há cargos e funções que carecem de competência política, outros há que exigem competência profissional, explicitada num curriculum de obra realizada. A Dr.ª Maria José Nogueira Pinto terá a primeira, mas é pela segunda que me solidarizo com a sua candidatura à Câmara Municipal de Lisboa. Faço-o numa postura apartidária mas confiante de que o que ela sabe fazer bem feito será de certo útil para a Cidade em que gosto de viver."
Alexandre Castro Caldas
Professor Universitário
Publicado por CDSLX às 04:44 PM
Depoimento de António Pedro Vasconcelos
"(...)O que me impressiona na Maria José é a sua capacidade para entender o fundo das questões, para incentivar os seus colaboradores a fazer obra - o que contrasta com a pesada maioria das pessoas com quem, ao longo de 30 anos de democracia, tenho esbarrado no aparelho de Estado -, o seu gosto em arrumar a casa, em lançar alicerces, em mobilizar as pessoas, em fazer o que é necessário e o que é justo.
Não fossem as suas convicções ideológicas – Deus, Pátria e Família – e eu, que sou ateu e de esquerda, revia-me sem esforço em tudo o que faz e no modo como o faz: no entendimento do que é serviço público, no espírito de missão, na capacidade para ouvir argumentos e delegar poderes, no desprezo pelo imobilismo. Em conversas que trocámos por email no único período em que divergimos – e de que irei falar – cheguei a dizer-lhe que a única coisa que parecia separar-nos era que eu não ia à missa ao domingo.(...)"
"O primeiro contacto profissional que tive com a Maria José foi em 1984 (se a memória me não trai), no período fugaz em que foi Presidente do IPC (Instituto Português de Cinema). Havia uns meses que o meu filme “O Lugar do Morto” estava parado porque o produtor e meu ex-sócio, Paulo Branco, havia desviado cerca de metade das verbas que o IPC lhe havia confiado, para produzir outro filme: “Dans la ville blanche”, de Alain Tanner. Perante os meus avisos e o meu protesto, a anterior direcção do IPC (já nem me lembro dos nomes das criaturas!) havia feito ouvidos de mercador e lavado as mãos do assunto como Pilatos.
Quando a Maria José chegou ao IPC, apresentei-lhe o problema, apelando à sua intervenção no sentido de obrigar o produtor, que continuava tranquilamente a produzir o filme de Tanner, a repor as verbas desviadas ou a devolver o negativo entretanto filmado. O que a Maria José fez foi o que faria qualquer pessoa com o sentido da justiça e da boa gestão da coisa pública, coisa que infelizmente nunca abundou entre os “servidores do Estado”, pelo menos na área do cinema: ordenou uma sindicância, levou o produtor a admitir a impossibilidade de repor em tempo útil as verbas desviadas, e, de posse do negativo, propôs que o IPC avançasse com as verbas em dívida para que o filme pudesse ser terminado, assumindo o produtor a responsabilidade de repor posteriormente as verbas desviadas.
Sem essa intervenção, a minha carreira no cinema teria provavelmente acabado ali; e o filme, que acabou por ser um dos mais populares do cinema português, teria ficado reduzido a uma série de bobines impressas, informe e incompleto, catalogado como uma mera curiosidade para historiadores.
Mais: estou absolutamente convicto que, se a Maria José tivesse ficado mais uns anos à frente do IPC, o cinema português não teria chegado ao que chegou: divórcio com o público, deserto de investimento privado, hostilidade dos agentes da comercialização – distribuidores, exibidores, directores de canais de TV -, total dependência dos subsídios, iniquidade dos concursos, ausência de fiscalização, impunidade de algumas situações de incumprimento.
Anos mais tarde, quando aceitei ser o responsável pelo SNA (Secretariado Nacional para o Audiovisual), acabei por vir a reencontrar a Maria José como Sub-Secretária de Estado da Cultura. Cavaco Silva delegara a tutela do SNA em Santana Lopes, à época o Secretário de Estado da Cultura, que, por sua vez, decidiu entregar à Maria José o dossier do Cinema e do Audiovisual. Durante o breve período em que com ela trabalhei, os dossiers avançaram, elaborou-se uma Lei de Cinema (que viria a ser trucidada em Conselho de Ministros, já depois da sua saída, e que levou à minha demissão do cargo), e preparou-se um pacote de medidas estruturantes da actividade, que ficou na gaveta depois da sua saída - e da minha.
Tenho-me por um homem de esquerda, que aceitou um cargo num governo de direita porque os objectivos que eu traçara para o sector mereceram o acordo expresso do PM e porque me pareceu que era possível fazer alguma coisa para mudar os destinos do cinema português, impor rigor e transparência na gestão dos dinheiros públicos, lançar uma política integrada para o sector, estabelecer códigos de regulação e medidas de fomento da actividade, tirar benefícios da nossa participação na União Europeia, nomeadamente através do acesso a fundos estruturais para o sector e também de um papel mais activo na obtenção de uma discriminação positiva para os chamados “pequenos países” europeus. De todos estes objectivos, só a política europeia teve êxito, porque tive mãos livres para a executar. No resto, só enquanto a Maria José teve a tutela directa dos dossiers tive uma cumplicidade activa do governo - o que, diga-se em abono da verdade, só foi possível pela confiança que Santana Lopes, nesse breve período, dedicou à equipa que eu formei com a Maria José e os seus colaboradores.
O que me impressiona na Maria José é a sua capacidade para entender o fundo das questões, para incentivar os seus colaboradores a fazer obra - o que contrasta com a pesada maioria das pessoas com quem, ao longo de 30 anos de democracia, tenho esbarrado no aparelho de Estado -, o seu gosto em arrumar a casa, em lançar alicerces, em mobilizar as pessoas, em fazer o que é necessário e o que é justo.
Não fossem as suas convicções ideológicas – Deus, Pátria e Família – e eu, que sou ateu e de esquerda, revia-me sem esforço em tudo o que faz e no modo como o faz: no entendimento do que é serviço público, no espírito de missão, na capacidade para ouvir argumentos e delegar poderes, no desprezo pelo imobilismo. Em conversas que trocámos por email no único período em que divergimos – e de que irei falar – cheguei a dizer-lhe que a única coisa que parecia separar-nos era que eu não ia à missa ao domingo.
Uma única vez, portanto, lhe manifestei a minha decepção pela posição que adoptou – e que viria a revelar-se, quiçá pela sua presença – menos negativa do que eu poderia temer. Foi quando decidiu dar cobertura e participar activamente numa Comissão nomeada pelo então Ministro Moraes Sarmento para definir os contornos e as regras do Serviço Público de Televisão (!), cujo mandato implicava a extinção de um dos canais da RTP. Tive, na altura, um papel muito activo na oposição ás anunciadas medidas do governo e à constituição e objectivos dessa Comissão, onde não tinham assento vozes incómodas e onde vi, com desgosto, no meio de gente que nada qualificava para aquela missão, sentarem-se pessoas que estimo e respeito como o Miguel Sousa Tavares e a própria Maria José. Tive então oportunidade de lhe manifestar a minha apreensão pelas medidas dementes que o Ministro – qual elefante numa loja de porcelana – anunciava para a RTP. Foi nessa altura que trocámos uma extensa correspondência por email – a Zezinha estava em Madrid -, onde lhe manifestei a minha decepção por vê-la a colaborar num projecto dúbio – posição que resumi num livro que, entretanto, publiquei e a que chamei “Serviço Público/Interesses privados”. O resultado desse grupo de Trabalho acabou por ser inóquo e, de certo modo, atenuar os ímpetos do Ministro, por ventura graças ao bom senso de pessoas como a Maria José – não me custa reconhecê-lo – que terão tido um papel moderador relativamente aos activistas ignorantes e oportunistas servis que abundavam por lá."
António Pedro Vasconcelos
Publicado por CDSLX às 04:27 PM
julho 18, 2005
O apoio de Henrique Medina Carreira
Apoio convictamente a candidatura de Maria José Nogueira Pinto à presidência da Câmara Municipal de Lisboa. É generosa, solidária e
justa; preocupa-se genuinamente com a pessoa, as suas necessidades e a sua qualidade de vida. Detesta o espectáculo, a ostentação, a propaganda e a facilidade. De carácter inflexível,trabalha com apego, analisa com minúcia, pensa com rigor, concebe com sentido prático, decide com prudência e executa com rapidez. Realizou obras notáveis na Maternidade Alfredo da Costa e na Santa Casa da Misericórdia. Por tudo o que lhe conheço penso que, eleita, deixaria uma obra importante para Lisboa. Diferente, sem alardes, sem ruídos e sem quezílias.
HENRIQUE MEDINA CARREIRA
Publicado por CDSLX às 12:00 PM
julho 13, 2005
“Que faz aqui uma Socialista ?”
Depoimento de Maria Antónia Palla
“Que faz aqui uma Socialista ?” – perguntaram-me alguns jornalistas na apresentação da Candidatura da Maria José Nogueira pinto Á câmara Municipal de Lisboa.
E eu respondi : “porque não havia de estar aqui ?”.
Conheço-a há já alguns anos, tornei-me amiga dela, admiro a sua inteligência, a sua energia, a sua determinação, a competência com que tem desempenhado os cargos que assumiu.
Ao longo do nosso convívio e para lá das diferencias, tecemos laços, afectos, cumplicidades, em torno de princípios e causas comuns.
Se entro em sua casa, partilhando momentos importantes da sua vida pessoal e familiar, como poderia não aceitar o convite que me fez para partilhar agora um momento tão importante do seu percurso profissional e político ?
A amizade não é de esquerda nem de direita. Foi precisamente a consciência disso que a democracia nos proporcionou.
Conhecer a Zézinha foi, é um dos prazeres raros dos meus últimos anos.
Para além de outras razões, aprecio ainda nela o sentido lúdico com que vive os desafios, mesmo difíceis que enfrenta e o sentido de humor, que ambas cultivamos, que sustenta a lucidez e relativiza as opções humanas, necessariamente contingentes.
Para mim a amizade é uma felicidade e uma responsabilidade.
Lembro que o voto é secreto.
Só posso desejar-lhe o maior êxito nesta nova empresa em que se lançou.
Maria Antónia Palla
Publicado por CDSLX às 07:42 PM
Depoimento de Margarida Costa Ferreira
Maria José Nogueira Pinto, não precisa de apresentações.
Tive a honra e o privilégio de colaborar num grandioso desafio que foi relançar uma Instituição de enorme prestígio como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em que a força motriz foi a Senhora Provedora.
Numa entrega absoluta às causas em que acredita, trabalha com afinco, sinceridade e, de uma forma muito clara, sem lugar a subterfúgios cria, o “Sonho acordado”, de Ernest Bloch.
“Um Sonho que se manifesta na verdadeira fome psíquica pela qual se idealizam os planos futuros, se antecipam e dissipam as dificuldades e as obrigações de um hoje omnipresente, mas sobretudo que, projectando-nos, nos une na constituição de uma consciência antecipadora: a da fome pela mediatização do útil imaginário”
É portanto assim que, aceitando os desafios de uma forma inteligente, olha os problemas de frente, ordena as ideias, define estratégias, equaciona as questões, define objectivos e, como referia Gramsci:
“Inova e torna críticas as actividades já existentes”.
Com uma personalidade ímpar uniu sinergias e, independentemente da particularidade das convicções políticas, com um único propósito, exortou-nos a colaborar na edificação de uma nobre causa:
“o bem servir”
e … conseguiu.
A alma de Lisboa cresceu e, na convicção do trabalho realizado, ao seu dinamismo prestamos tributo.
Contudo, o sonho persiste … e precisa de ser continuado.
Ninguém melhor do que Maria José Nogueira Pinto tem determinação, coragem, e capacidade de “bem fazer”, e “fazer o bem”.
Um muito obrigada por tudo o que tem feito por nós.
Vamos acreditar, Lisboa!
Até sempre,
Margarida Costa Ferreira
Mestre em Direito
Publicado por CDSLX às 06:17 PM
julho 06, 2005
Depoimento de Rosalina Machado
O meu apoio à candidata, Dra. Maria José Nogueira Pinto, a Presidente da Camara Municipal de Lisboa, prende-se com o facto de todo o respeito e amizade que me merece, quer no campo pessoal quer como profissional.
Não queria deixar de salientar, que devido ao conhecimento que tenho de todo o trabalho por pela efectuado ao longo de vários anos, que considero ser a garantia de um exercício fundamental, para o desenvolvimento de Lisboa
Rosalina Machado
Chairman
Group Ogilvy Portugal, Lisbon
Publicado por CDSLX às 01:40 PM