novembro 22, 2005

Reunião da AML

Realiza-se hoje mais uma sessão da Assembleia Municipal de Lisboa, no Forum Lisboa, a qual terá a seguinte ordem de trabalhos:

1. Verificação da identidade e legitimidade dos eleitos que hajam faltado, justificadamente, ao acto de instalação.
2. Discussão do horário em que se devem realizar as sessões/reuniões da Assembleia Municipal de Lisboa.
3. Discussão e deliberação sobre a iniciativa proposta pela Mesa, a tomar pela Assembleia Municipal de Lisboa, junto da Câmara Municipal de Lisboa, solicitando a afectação de meios para apoio aos Grupos Municipais.
4. Eleição de um Presidente de Junta de Freguesia, nos termos e para os efeitos previstos no nº 2 do artigo 6º dos Estatutos da Associação Nacional de Municípios Portugueses.

A representação do nosso partido será assegurada pelos Deputados Municipais Dr. José Rui Roque, Dr. Carlos Barroso e Dr. Carlos Andrade.

Publicado por CDSLX às 05:16 PM

Apresentação do Gabinete Autárquico


Na passada terça-feira, dia 15 de Novembro, realizou-se a primeira reunião dos autarcas eleitos nas últimas eleições.

Essa reunião enquadrou-se no programa de acção do Gabinete Autárquico de Lisboa e tinha por objectivo transmitir os grandes objectivos deste órgão.

Os propósitos do Gabinete, apresentados pelo seu coordenador, Carlos Barroso, foram reconhecidos por todos como extremamente positivos.

Igual apoio foi dado pela Dra. Maria José Nogueira Pinto que, na qualidade de Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa participou na reunião, expressou a sua posição sobre a actuação a ter no presente mandato.
A sessão contou ainda com a presença da Presidente da Concelhia, Orísia Roque.

Publicado por CDSLX às 05:08 PM

outubro 07, 2005

Momentos de campanha

Algumas fotografias de vários momentos desta campanha.

visita ao Belenenses

visita ao IDT com Ribeiro e Castro e encontro acidental com o Ministro Correia de Campos

Reunião com os Sapadores Bombeiros

Livraria Férin, com Chaves e o Presidente da APEL

À porta do edifício da CML

Anacoreta Correia e maria José Nogueira Pinto, visita à Protecção Civil

visita IDT

Com João Mota, na Comuna

Casa Fernando Pessoa, com Clara Ferreira Alves

Na Livraria Férin

Publicado por CDSLX às 04:38 PM

Balanço de Campanha

Conferência de Imprensa no Hotel Altis

Foi com o cenário do antes e do depois que Maria José Nogueira Pinto fez um balanço daquilo que foi a sua campanha nas actuais eleições para a Câmara Municipal de Lisboa. Do lado esquerdo, um cartaz com os temas que dominavam a agenda política aquando da chegada da candidata do CDS-PP à corrida autárquica: o Túnel do Marquês, o Parque Mayer, a Feira Popular e o Casino. “Parecia que o futuro de Lisboa dependia destes quatro temas”, começou por referir Maria José Nogueira Pinto, na conferência de imprensa que teve lugar hoje no Hotel Altis.
Mas, em contraponto, um outro cartaz, à direita do público, mostrava todos os temas que a democrata-cristã conseguiu trazer para público, começando, inclusivamente, a fazer parte das atenções dos restantes candidatos à Câmara de Lisboa: o arrumar a casa e pôr as contas em ordem; as respostas sociais para as famílias; o dar resposta aos idosos; o combater a pobreza e a exclusão; a classe média; e o estimular a economia da cidade.

Sobre o primeiro – o arrumar a casa –, Maria José Nogueira Pinto relembrou que o termo significa “criar as condições necessárias para aplicar qualquer programa, seja o meu ou o de qualquer outro candidato”.
Para a democrata-cristã, já no que diz respeito às famílias, estas “não foram consideradas na maioria das campanhas”. E defendeu: “se queremos coesão social temos que ajudar as famílias na sua tarefa”.

A falta de resposta para os idosos foi igualmente uma das grandes preocupações abordadas pela campanha de Maria José Nogueira Pinto. Para a candidata, esta é “uma questão demográfica”. “Lisboa não é uma cidade que ajuda. Não dá atenção nem aos idosos, nem aos deficientes”. “Preparar esta cidade e esta população para um fim de vida digno depende de uma rede social e a Câmara tem aqui um papel”, defendeu a candidata à autarquia. Uma mesma rede concertada que Nogueira Pinto defende também para fazer frente à pobreza e à exclusão.

Outro ponto abordado na conferência de imprensa e, de resto, durante toda a campanha, foi o retorno da classe média, “uma classe que ninguém ajuda”. “Foram expelidos para a periferia, não votam em mim, mas tenho que falar deles e trazê-los de volta”, acrescentou, uma vez que esta “é a classe que todos os dias faz mexer a cidade”.

Por último, Maria José Nogueira Pinto referiu ainda a necessidade de estimular a economia da cidade: “Uma cidade competitiva é uma cidade que tem uma economia forte”, disse, acrescentando que “muita da competitividade desta cidade depende do desígnio turístico”.

“Estes temas importantes não estavam na campanha quando cheguei e eu consegui trazê-los para agenda. Mas se eu não for eleita para a Câmara estes temas vão voltar a desaparecer”, disse, por fim, a candidata.

Os temas trazidos para a campanha

Publicado por CDSLX às 04:29 PM

Balanço de Campanha

Conferência de Imprensa no Hotel Altis

Foi com o cenário do antes e do depois que Maria José Nogueira Pinto fez um balanço daquilo que foi a sua campanha nas actuais eleições para a Câmara Municipal de Lisboa. Do lado esquerdo, um cartaz com os temas que dominavam a agenda política aquando da chegada da candidata do CDS-PP à corrida autárquica: o Túnel do Marquês, o Parque Mayer, a Feira Popular e o Casino. “Parecia que o futuro de Lisboa dependia destes quatro temas”, começou por referir Maria José Nogueira Pinto, na conferência de imprensa que teve lugar hoje no Hotel Altis.
Mas, em contraponto, um outro cartaz, à direita do público, mostrava todos os temas que a democrata-cristã conseguiu trazer para público, começando, inclusivamente, a fazer parte das atenções dos restantes candidatos à Câmara de Lisboa: o arrumar a casa e pôr as contas em ordem; as respostas sociais para as famílias; o dar resposta aos idosos; o combater a pobreza e a exclusão; a classe média; e o estimular a economia da cidade.

Sobre o primeiro – o arrumar a casa –, Maria José Nogueira Pinto relembrou que o termo significa “criar as condições necessárias para aplicar qualquer programa, seja o meu ou o de qualquer outro candidato”.
Para a democrata-cristã, já no que diz respeito às famílias, estas “não foram consideradas na maioria das campanhas”. E defendeu: “se queremos coesão social temos que ajudar as famílias na sua tarefa”.

A falta de resposta para os idosos foi igualmente uma das grandes preocupações abordadas pela campanha de Maria José Nogueira Pinto. Para a candidata, esta é “uma questão demográfica”. “Lisboa não é uma cidade que ajuda. Não dá atenção nem aos idosos, nem aos deficientes”. “Preparar esta cidade e esta população para um fim de vida digno depende de uma rede social e a Câmara tem aqui um papel”, defendeu a candidata à autarquia. Uma mesma rede concertada que Nogueira Pinto defende também para fazer frente à pobreza e à exclusão.

Outro ponto abordado na conferência de imprensa e, de resto, durante toda a campanha, foi o retorno da classe média, “uma classe que ninguém ajuda”. “Foram expelidos para a periferia, não votam em mim, mas tenho que falar deles e trazê-los de volta”, acrescentou, uma vez que esta “é a classe que todos os dias faz mexer a cidade”.

Por último, Maria José Nogueira Pinto referiu ainda a necessidade de estimular a economia da cidade: “Uma cidade competitiva é uma cidade que tem uma economia forte”, disse, acrescentando que “muita da competitividade desta cidade depende do desígnio turístico”.

“Estes temas importantes não estavam na campanha quando cheguei e eu consegui trazê-los para agenda. Mas se eu não for eleita para a Câmara estes temas vão voltar a desaparecer”, disse, por fim, a candidata.

Os temas trazidos para a campanha

Publicado por CDSLX às 04:29 PM

outubro 03, 2005

Em defesa de uma nova Baixa

Maria José Nogueira Pinto apresentou hoje, em conferência de imprensa, um novo plano de emergência para a Baixa-Chiado. A candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa defendeu a revitalização daquela zona através de um “conceito de espaço comunitário Vivo, com vida, servido por um urbanismo gregário e integrador”.

Ladeada pelo presidente do partido, José Ribeiro e Castro, a candidata democrata-cristã passou a enumerar os objectivos mais imediatos para a Baixa Pombalina, num plano a realizar no espaço do mandato autárquico: a reabilitação urbana, a requalificação do espaço público, a criação de habitação de arrendamento destinada à classe média activa, a construção de residências assistidas, a criação de zonas de lazer e pólos de animação cultural, promover uma correcta gestão do urbanismo comercial e estabelecer, “pela primeira vez”, sublinhou a candidata, um plano eficaz contra os grandes riscos de incêndio, sismos e inundações.

A fim de assegurar “uma intervenção coerente e eficaz”, Maria José Nogueira Pinto frisou a necessidade de “criar uma única entidade gestora da Baixa de Lisboa”, em detrimento das seis entidades diferentes que existem actualmente. Ainda, rever as Sociedades de Reabilitação Urbanas (SRU’s), terminar a identificação do Património Municipal, clarificar os financiamentos autárquicos e criar uma política de incentivos, nomeadamente fiscais.

Mas porque “inverter a actual situação de decadência e pôr em marcha uma política de desenvolvimento integrado e revitalizadora desta zona da cidade demora tempo”, Maria José Nogueira Pinto avançou algumas medidas intercalares a terem execução a curto prazo, como o disciplinar o estacionamento, a limpeza diária das ruas e sanitários em número suficiente, bem como, o aumento do policiamento ou o reforço da iluminação pública.

Quanto a José Ribeiro e Castro, o líder do CDS-PP exaltou o trabalho feito por Maria José Nogueira Pinto, colocando na actual agenda autárquica temas importantes para Lisboa, e reafirmou o “orgulho na campanha que Maria José Nogueira Pinto tem conduzido”. “É uma pessoa briosa e nós precisamos de pessoas briosas no País”.
Ribeiro e Castro sublinhou ainda “a qualidade e objectividade” trazidas pela candidata às eleições. “Desenvolveu um compromisso total com a cidade”, referiu ainda o líder democrata-cristão.

Publicado por CDSLX às 05:59 PM

setembro 29, 2005

Ouvir os mais idosos

“Os senhores têm que pensar que constituem 25 por cento da população desta cidade. E isso nenhum presidente da Câmara pode esquecer. Têm que ter noção da vossa importância”. Foi desta forma que Maria José Nogueira Pinto se dirigiu a um grupo de idosos que a escutavam durante a visita de hoje ao centro de dia do Centro Comunitário do Alto do Pina.

Depois de visitar o lar Nossa Senhor da Vitória, na Rua do Crucifixo, a candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa foi recebida no centro de dia, onde ouviu as principais queixas daquele grupo de idosos, as quais vão desde o estado dos passeios à sensação de insegurança que têm nas suas próprias casas.
Maria José Nogueira Pinto passou então a explicar algumas das medidas visadas no programa do CDS para a autarquia, como a criação de residências assistidas, a revisão do Porta-a-Porta ou o estabelecimento do tele-alarme. Este último muito bem recebido entre os muitos idosos presentes.
No que diz respeito às residências assistidas, a democrata-cristã sublinhou a importância de “distinguir os cuidados à 3ª idade do isolamento que muitas vezes resulta do próprio urbanismo”, acrescentando ainda que esta será uma medida a implementar inicialmente nas zonas desertificadas, como é o caso da Baixa Pombalina, onde Maria José Nogueira Leite pretende criar entre 4 a 5 residências assistidas no decorrer do próximo mandato.
“Se deixarmos que a reabilitação na Baixa não tenha em conta uma série de factores, como este tipo de residências, a revitalização do comércio ou o criar condições para a classe média, não conseguiremos nada”, refere a candidata.
Já sobre o tele-alarme, e numa cidade onde existem cerca de 35 mil idosos isolados, Maria José Nogueira Pinto defende que “não se trata de um equipamento muito caro e seria essencialmente indicado para pessoas que simultaneamente estejam isolados e tenham pouca mobilidade”. Para a candidata, “seria correcto a Câmara poder ceder esses equipamentos” e os pagamentos mensais seriam feitos conforme as possibilidades financeiras de cada um. Sendo que a Segurança Social poderia ter aqui um papel a desempenhar.

Mensagem aos trabalhadores

Visita ao edifício da CML

Mesmo antes da visita aos lares de idosos, Maria José Nogueira Pinto esteve com a sua comitiva à porta do edifício da Câmara Municipal de Lisboa, em Entrecampos, distribuindo uma carta a todos os trabalhadores da instituição.
Na mesma, a candidata defende o “Arrumar a Casa”, um compromisso que “não é possível (...) sem o envolvimento e o contributo de todos os que nela ‘habitam’”. Por isso, Maria José Nogueira Pinto toma como desafios “conseguir envolver os funcionários na ‘arrumação da casa’ e conseguir posicionar a ‘arrumação’ como factor de motivação”. Ainda, “criar factores de motivação e instrumentos que permitam premiar a competência e o empenho”, “criar mecanismos de gestão que permitam aproximar a dinâmica da organização do sector empresarial”, “tornar os mecanismos de gestão facilmente transmissíveis aos sucessores políticos” e, por fim, “criar uma cultura organizacional que possa sobreviver à rotatividade política”.

Publicado por CDSLX às 06:59 PM

setembro 28, 2005

Tempos de Antena

Na coluna lateral pode encontrar os ficheiros áudio com os tempos de antena da candidatura do CDS/PP à Câmara Municipal de Lisboa

Publicado por CDSLX às 04:30 PM

Marcha de Campanha

A campanha Lisboa em Boas Mãos já anda na rua ao som da nossa marcha de campanha, que pode escutar clicando no ícone na coluna lateral:

A Lisboa não fiques indiferente
Mostra que és gente
Que a sabes amar
A Lisboa dá a tua mão
E a tua paixão
De a saber beijar

Assim é a Liberdade
O fado, a saudade
Que queremos cantar
Não fiques em casa
Gaivota sem asa
Não sabe voar

E assim vem cá ver a gente
Que voa contente
P´ra ir votar
Porque é São Vicente
Que abençoa a gente
Porque é Popular

Lisboa tu tens a mulher
Que sabe o que quer
Que tem coração
E desta maneira
Tens a vida inteira
Sempre em "Boas Mãos"

Letra José Luís Gordo e Música de Carlos Macedo

Publicado por CDSLX às 10:38 AM

setembro 23, 2005

Incentivar a Leitura

Visita à Livraria Férin

Em resposta a um convite feito pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que desafiou os candidatos à Câmara de Lisboa a efectuarem uma visita às livrarias da Cidade, Maria José Nogueira Pinto esteve hoje numa das suas livrarias de eleição, a Livraria Férin.

Fundada em 1840 e sendo uma das casa mais emblemáticas da Baixa-Chiado, os responsáveis por aquela livraria começaram por contar o quanto “alegremente surpreendidos” ficaram com a escolha da candidata.
“As visitas aos locais são muito importantes e a sua presença dá-nos muito prazer”, fez questão de salientar Margarida Dias Pinheiro, dona daquele estabelecimento que tem passado de geração em geração. “Acho que tem uma percepção muito real do que são os problemas desta zona histórica”, acrescentou ainda.

Por parte dos responsáveis pela Férin surgiram ainda algumas sugestões que fizeram questão de passar à candidata. “Realizações boas e sem grandes despesas, como iniciativas com as escolas”, disse Margarida Dias Pinheiro.

Para Maria José Nogueira Pinto, “os indicadores que existem em Portugal são muito preocupantes e é preciso incentivar a leitura”. “Penso que a Câmara tem aqui um papel muito importante”. Para a candidata democrata-cristã, “é preciso incentivar a leitura por todas as razões. Primeiro, porque não há nada mais feliz do que ler um livro e as crianças têm que experimentar esse acto de felicidade pura. A Câmara tem a obrigação de ser uma entidade difusora”.
E passou a explicar algumas das suas considerações acerca da edição e leitura, como a actividade editorial da CML ficar confinada à iniciativa privada, o reequacionar da Feira do Livro, tal como a conhecemos, ou a ideia de uma biblioteca em cada bairro como um equipamento básico indispensável para a melhoria do sucesso escolar.

Maria José Nogueira Pinto visitou as instalações daquela livraria centenária, acompanhada igualmente pelo presidente da APEL, Dr. António Baptista Lopes, que não perdeu a oportunidade para realçar as qualidades da candidata: “A Sra. Dra. foi a primeira a responder ao nosso apelo e não fiquei surpreendido com esse facto. Conhecendo parte do seu trabalho, é para nós gratificante fazer o seu reconhecimento como uma mulher de cultura”.

Chaves Ferreira, Maria José Nogueira Pinto e António Baptista Lopes

Edição e Leitura

I Considerações gerais *

1.1 . Hábitos de leitura, edição e comercialização do livro

Apenas 44% da população residente no Continente costuma ler livros, enquanto 72% lê regularmente jornais e revistas e 97,9% dessa mesma população vê habitualmente televisão.

O tempo médio dedicado à leitura de livros é de cerca de 4 horas por semana, sendo que cerca de 60% dos leitores dedica à leitura menos de 3 horas em cada semana. 53,6% dedica à televisão até duas horas por dia e 44,7% mais de duas horas.

Vendem-se actualmente em Portugal pouco mais de 240 milhões de euros de livros. 50% deste volume de vendas situa-se na zona de Lisboa e Vale do Tejo, onde existem 39% dos estabelecimentos comerciais que vendem livros.

Os canais de distribuição e venda do livro não dão garantias de cobertura total do mercado e a produção editorial que não consegue ser vendida no curto período de vida do livro, cerca de 45 dias, fica esquecida nos armazéns, em stocks cuja manutenção é muito cara e distorce a real situação patrimonial das empresas que os detêm.

O pequeno comércio livreiro, excessivamente generalista, com estruturas de custo demasiado pesadas para o negócio que efectuam e pouco espaço para exposição dos produtos, vai esmorecendo lentamente não conseguindo resistir ao ataque sistemático que lhe é feito pelas grandes superfícies, pelas Megastores do livro.

A rede tradicional de livrarias deve ser apoiada. A sua integração nos bairros e a sua presença personalizada, junto ao cidadão, desempenham um papel fundamental na difusão da cultura.

Neste momento, fazer o lançamento de um livro que cubra eficazmente a totalidade do mercado livreiro, sobretudo porque são colocadas nesse mercado uma média de 20 a 30 novidades editoriais por dia, uma grande parte das quais não consegue sequer espaço de exposição, saindo por isso imediatamente da circulação livreira e da possibilidade de conhecimento pelo público.

Neste contexto, a luta pela conquista de um espaço de visibilidade, ou de uma recensão crítica provocou a constituição de lobbies, que condicionam a circulação, a venda e a avaliação do mérito das publicações que se editam e distribuem.

Com uma produção editorial própria abundantíssima, o Estado (autarquias, empresas públicas, institutos, etc.), que não se rege exclusivamente pelas leis do mercado, desvia da produção editorial privada centenas de títulos que poderiam dar novo ânimo a toda esta actividade económica, de divulgação e venda de conteúdos culturais tão importante para Portugal.
Com o objectivo de se proteger este sector é, por vezes, aprovada legislação despropositada ou injusta.

São disto exemplos a lei do preço fixo dos livros, que não cumpriu nenhum dos objectivos para que foi criada, nem evitou o peso desproporcionado que hoje têm as grandes superfícies na comercialização do livro.

O mesmo se pode dizer da lei do depósito legal, que é um verdadeiro imposto sobre a produção editorial e não permite que o valor dos 14 livros por cada título, que as gráficas são obrigadas a reter, com o objectivo de serem entregues às bibliotecas, possa ser considerado para efeitos fiscais, em beneficio do editor, que os paga. Os industriais gráficos entregam muitas vezes livros estragados ou restos da produção e os editores, sobretudo no caso dos livros muito caros, são fortemente penalizados, não tendo sequer o reconhecimento de serem eles próprios, directamente, o sujeito passivo deste imposto, que teve a originalidade de ter sido criado por simples diploma do Governo.

Sempre que se acentuam as tendências de enfraquecimento da posição do editor, do livreiro ou do distribuidor, mais claro se torna que o grande mercado da língua portuguesa, com os seus quase 200 milhões de potenciais consumidores, é pura ficção
No entanto, dificilmente poderíamos encontrar, nos tempos que correm, missão mais importante do que a de criar condições para que a língua e a cultura portuguesa se mantenham vivas nos países lusófonos.

É indispensável estimular a nossa actividade editorial para esses povos, restabelecendo-lhes os canais próprios de distribuição e venda para que o acesso ao livro se não restrinja ao pequeníssimo segmento de mercado que regularmente os importa.

A correcção das distorções que se conhecem, não se faz, na nossa opinião, pela via dos subsídios ou da legislação avulsa que se tem produzido.

É fundamental dar à actividade privada a totalidade do trabalho editorial, facilitar o saneamento financeiro das empresas, a circulação do livro, a reconstituição de uma sólida rede de distribuição assente também nas pequenas livrarias, a formação e o desenvolvimento de novas tecnologias.

Se isso for feito, o mercado da lusofonia será progressiva e naturalmente coberto pela expansão da própria actividade editorial e livreira.

Prosseguir esse objectivo, é cumprir o dever fundamental de manter vivo um património cultural comum que o tempo, a má memória e o descuido dos homens tendem rapidamente a delapidar.


*Fonte dos dados estatísticos dos hábitos de leitura: Associação Portuguesa dos Editores e Livreiros.

Em linhas muito gerais, alguns aspectos orientadores de acção, para a Câmara Municipal de Lisboa no que respeita a edição e ao sector livreiro.


1. Edição, Rede de Distribuição, Bibliotecas

A actividade editorial da CML deve ser confiada, na totalidade, à iniciativa privada, isto é, aos editores de livros e publicações, deslocando para outros sectores da área cultural os recursos que lhe estão actualmente afectos. Deve existir um rigoroso caderno de encargos para cada publicação que se considerar ser dever da Câmara editar, apresentando cada projecto a concurso público, com uma definição rigorosa de custos, prazos de execução e viabilidade económica.

As obras escolhidas têm que resultar exclusivamente das necessidades definidas anualmente no plano de acção cultural para a cidade.


2. Feira do Livro de Lisboa

A CML deve ser, ela própria, a encarregar-se directamente da organização da Feira do Livro, embora em colaboração com a APEL, a UEP, o IPLB e outras instituições que tenham uma intervenção cultural relevante na cidade de Lisboa.

A Feira do Livro deve ser uma grande festa pública de actividades culturais, com exposições, espectáculos, música, novidades editoriais e multimédia.

Presentemente, é apenas uma feira para saldos de livros.

Todo o mobiliário da feira está desadequado e degradado. O próprio local de realização deve ser questionado.

Existem dois lugares possíveis para este objectivo:

a) O Parque das Nações, funcionando aí como Salão do Livro para profissionais durante os dois ou três primeiros dias e, nos restantes, como Feira do Livro para o público em geral, dando especial relevo à participação dos países lusófonos, algo semelhante ao Salão do Livro de Paris;

b) Na Av. da Liberdade ou no Parque Eduardo VII, nos moldes actuais, mas com substituição dos pavilhões, melhoria de acessos, das condições sanitárias, dos serviços para o público e com quiosques multimédia.

A primeira solução seria mais mobilizadora das indústrias da cultura e das empresas que tradicionalmente as apoiam, mais confortável para os visitantes e para os expositores.


3. Prémios para a actividade gráfica

Com a abertura da Feira do Livro de Lisboa dever-se-ia promover um concurso dirigido às editoras e às indústrias gráficas, que, do ponto de vista gráfico (design, materiais, impressão e acabamento), premiasse as melhores edições realizadas em Portugal naquele ano. Esse concurso seria extensivo aos países lusófonos.

Os livros premiados em cada ano integrar-se-iam depois no “Best designed Books from all over the World”, competição internacional apoiada pela UNESCO, com exposições nas Feiras do Livro de Frankfurt e de Leipzig.


4. Informação cultural direccionada ao turismo

A agenda cultural, o património arquitectónico, as livrarias, as galerias, os parques e jardins, a gastronomia, os vinhos, os espectáculos, os museus e as exposições deveriam estar à disposição dos turistas, em várias línguas, em canal fechado, sistema Intranet, nos principais hotéis da cidade de Lisboa e em quiosques de multimédia colocados em locais públicos de fácil acesso.

A oferta cultural tem que ser imediatamente visível para quem visita Lisboa e começa logo no aeroporto, passa pelos transportes (metropolitano, taxis, autocarros, estações de caminhos de ferro, etc.) e pelos principais pontos de interesse cultural da cidade, onde devem ser colocados quiosques multimédia com informação cultural.


5. Bibliotecas

Uma biblioteca em cada bairro seria um equipamento básico indispensável para a melhoria do sucesso escolar e para a correcção das assimetrias sociais tão evidentes em Lisboa.

Nessa biblioteca devem existir salas de estudo assistido e alguns postos de trabalho de multimédia com internet.

Deve existir também um gabinete de apoio psicológico, com psicólogos especializados na área educacional.

Essas bibliotecas, funcionado de forma articulada com as livrarias, os serviços de apoio à edição e as instituições públicas e privadas que produzem conteúdos culturais, arranjariam facilmente os livros necessários, a baixo custo, de tal forma é hoje gigantesco o stock editorial que não chega ao público leitor por falta de uma rede de distribuição de conteúdos culturais.
O objectivo principal desta acção consistiria, para além do mais, em ajudar a incutir valores nas crianças, disciplina, hábitos de trabalho e bases de conhecimento numa população carenciada que não consegue absorver os conteúdos que lhes são ensinados nas escolas, nem têm forma de suprir essa falta em casa, com a família.


6. Concursos de excelência em português e matemática nas escolas do município de Lisboa

Em articulação com o Ministério da Educação e com as Bibliotecas Municipais poderiam ser criadas condições para iniciar em Lisboa, a nível municipal, a organização de “Olimpíadas de Português e Matemática”, com suficiente visibilidade mediática para motivar a competição entre escolas e alunos.

Existe sempre a possibilidade de posteriormente ampliar esta acção, integrando-a em iniciativas semelhantes, de carácter internacional, dirigidas também aos países lusófonos.


7. As Festas de Lisboa

A vertente de cultura popular nas festas de Lisboa deve ser cuidadosamente acentuada, incentivando as marchas populares, os arraiais, a iluminação de rua, levando a música aos coretos dos jardins, criando uma atmosfera de “festa”, partilhada com a população.

É indispensável que os lisboetas reaprendam a gostar de Lisboa, conheçam e compreendam as suas raízes culturais. Só assim abandonarão os cárceres urbanos da periferia, para onde foram empurrados, voltando a fixar-se na cidade em que trabalham.

Publicado por CDSLX às 01:48 PM

setembro 22, 2005

Funcionar em rede

Maria Orísia Roque, Maria José Nogueira Pinto, Telmo Correia, Cabral Ferreira e João Almeida

O Atlético Clube Portugal e o Clube de Futebol “Os Belenenses” foram as duas instituições desportivas escolhidas pela candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa para destacar a importância do desporto amador.
Sem deixar de reconhecer o papel do profissionalismo e dos clubes de maior dimensão, Maria José Nogueira Pinto acredita que a Câmara pode encontrar nestes clubes, bem como, nas várias associações e colectividades, “uma preciosa rede que permita aos poucos resolver problemas de várias ordens”.


Para a candidata democrata-cristã, “Lisboa tem uma grande rede de colectividades, clubes e associações. O Estado transfere para eles muitas responsabilidades. Por isso, a relação entre o Estado e estes clubes não pode ser apenas uma relação de pedir e dar”, explica, ao mesmo tempo que propõe uma aposta na contratualização: “Sou muito contra os apoios e subsídios porque estes tendem a cair no discricionário. Acredito que temos que apostar na contratualização, acompanhada pela fiscalidade e avaliação”.

Cabral Ferreira, Maria José Nogueira Pinto, Telmo Correia e Sequeira Nunes

Entretanto, os dirigentes dos dois clubes lisboetas aproveitaram a visita da candidata do CDS-PP para invocarem as suas mais imediatas necessidades que, na grande maioria, depreendem-se com as actuais infra-estruturas.
No caso do Atlético, Ângelo Mesquita transmitiu a Maria José Nogueira Pinto as actuais ambições do seu clube: a substituição do relvado do campo principal por relva sintética – cortando substancialmente nos custos e manutenção –, o alargamento das bancadas e a conclusão da piscina. “Só precisamos que a Câmara nos diga como vamos viabilizar isto e que tipo de ajuda estão dispostos a dar”, explicou o presidente daquele clube que conta com 2500 sócios.
Já as dificuldades de “Os Belenenses” (que amanhã completa 86 anos) prendem-se com uma característica positiva: o facto de já terem 7000 associados. Mas com o seu universo de sócios em crescimento, escasseiam os espaços para prosseguirem com as suas actividades, como explicou o presidente daquele clube, Cabral Ferreira.
Para Maria José Nogueira Pinto, trata-se de um problema que poderia ser resolvido através do referido trabalho em rede e articulando esforços.

Publicado por CDSLX às 04:18 PM

setembro 21, 2005

Apoiar as vítimas

A candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa visitou hoje a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV). Recebida pelo presidente daquela organização, Maria José Nogueira Pinto ouviu com atenção os resultados dos últimos estudos feitos acerca das vítimas de crime e, igualmente, sobre a prevenção de crime e vitimação urbana.

“A APAV é uma instituição muito importante porque a vítima precisa desta forma de apoio”, começou por referir a candidata democrata-cristã, acrescentando que, de algum modo, embora sendo uma instituição particular de solidariedade social, a APAV “cumpre um serviço público”.
Manuel António Ferreira Antunes começou por referir à candidata que o problema começa desde logo ao nível urbanístico, com a falta de iluminação e a existência daquilo que são chamados de “ângulos mortos”, isto é, sítios de reduzida visibilidade. Isto acrescido do mau comportamento para com a vítima ao nível do sistema judicial e do actual policiamento. Para Maria José Nogueira Pinto, trata-se de “um sistema que desencoraja a queixa”.
Tendo consciência de que “os números que existem não são fidedignos, uma vez que não correspondem à realidade”, a candidata à autarquia lisboeta acredita que “mesmo que o sistema tivesse outra eficácia, estas instituições [como é o caso da APAV] continuam a fazer todo o sentido”.

“Pensa-se que a segurança é uma coisa que chega, mas não se entende que a segurança começa desde logo no local”, afirmou Maria José Nogueira Pinto. Para a candidata, o encontro desta tarde foi enriquecedor uma vez que “foi-nos dado um entendimento muito importante sobre a participação do próprio cidadão no desenvolvimento da segurança”, designadamente no que concerne ao papel dos comerciantes.
Também, Maria José Nogueira Pinto não deixou de sublinhar a “figura do mediador”, uma pessoa que possa ter uma função de mediação no terreno e que contribuirá para a detecção precoce de situações de insegurança”.
“Os cidadãos preferem medidas que produzam efeitos mais imediatos. Eu gostava de transmitir um discurso de longo-prazo”. Maria José Nogueira Pinto acredita que “a Câmara tem uma obrigação muito grande, nomeadamente com os comerciantes em zonas mais isoladas” e defende “uma estreita colaboração da autarquia com a PSP de modo a reforçar os programas de proximidade”.
“Se chegar à presidência da Câmara não terei medo de fazer um trabalho a mais longo-prazo. Mesmo que sejam outros a recolher os frutos desse trabalho”, disse ainda a democrata-cristã.

Publicado por CDSLX às 07:29 PM

setembro 20, 2005

Lutar contra a cultura do «não»

Regimento de Sapadores Bombeiros

A sede do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa foi o ponto de partida para mais um dia de pré-campanha da candidata do CDS-PP à Câmara Municipal de Lisboa.
Considerando que os bombeiros fazem parte de um conceito de segurança que normalmente não está patente nas agendas, Maria José Nogueira Pinto recebeu um briefing por parte do Comandante Baptista Antunes.

Maria José Nogueira Pinto e Comandante Baptista Antunes

No final do encontro, a candidata democrata-cristã destacou a importância dos bombeiros “na segurança da cidade que não se vê e que é fundamental”.
“A manutenção e fiscalização apertada das grandes infra-estruturas públicas e um dispositivo que responda em situação de catástrofe” são relevantes para Maria José Nogueira Pinto, considerando que “os lisboetas têm o direito de saber que existe um dispositivo que, em situação de catástrofe, responde”.
Para a candidata, “há muitas falhas de coordenação” e “uma falta de competências atribuídas das diferentes entidades”, seja Bombeiros, Protecção Civil ou INEM. “Quanto mais se fragmenta, mais difícil será a resposta”, acrescenta a candidata a autarca, para quem “a Câmara tem que ser responsável pela articulação entre instituições”.

Conversa com os Estudantes na Universidade Católica

Um encontro com estudantes da Universidade Católica foi a paragem seguinte da candidata democrata-cristã. Numa sala cheia de jovens, Maria José Nogueira Pinto apresentou o seu programa para Lisboa, explicando a decisão de não tornar prioritária a construção de residências universitárias. “Eu não tenho dinheiro para as vossas residências. Nem eu, nem nenhum candidato”. “Mas não considero uma medida prioritária. Tenho outras prioridades que estão aí, espalhadas pela rua. É a pessoa que não tem o que comer, que não tem onde dormir”, afirmou a candidata, dando a compreender o porquê da importância de igualmente trazer a classe média de volta a Lisboa.
Tempo houve ainda para lembrar aos jovens do seu direito ao voto. “Pertenço a uma geração onde a política era uma actividade galvanizante”, começou por dizer. “Acreditávamos que era possível mudar as coisas, melhorá-las, e que isso dependia de nós”.
Para Nogueira Pinto, a abstenção entre os jovens acontece porque, hoje, “Portugal não tem um desígnio”. “Vivemos numa altura em que os fazedores de política têm que atrair e interessar. Mas a política devia de ser feita com um desígnio e depois atrair e interessar, ou não. Nós não temos tempo para estar à espera que as coisas nos atraiam. Só temos tempo de olhar em redor e pensar: «vamos deixar que tomem conta de nós? Que tipo de vida queremos para nós?»”.
“O que está em causa estas eleições, ou em qualquer outras, é saber se não vamos pegar no nosso destino e mandar em nós próprios. É o repto que vos deixo”, acrescentou. “Portugal tornou-se no País do «não». É neste País que é preciso dar uma grande volta. É para isso que estou nesta campanha, para dizer que é possível mudar, é possível romper a teia do álibi”.
O dia de pré-campanha de Maria José Nogueira Pinto acabou com uma visita à sede da ACAPO, onde, recebida pelo presidente daquela instituição, José Esteves Correia, a candidata do CDS-PP pôde reforçar a ideia de que “esta é uma cidade particularmente hostil” para os portadores de deficiência, como é o caso dos invisuais.
“Trata-se do simples respeito pela lei”. “É incompreensível que se continue a construir em Lisboa com barreiras arquitectónicas”, disse Maria José Nogueira Pinto, acreditando que “a Câmara tem aqui um importante papel”.
A candidata chamou ainda a atenção sobre o mau estado dos passeios em Lisboa e sublinhou a importância de “incentivar a construção, em pisos térreos, de habitações adaptadas”.

Publicado por CDSLX às 08:05 PM

setembro 19, 2005

A problemática da droga

Maria José Nogueira Pinto e João Goulão

A fim de entender as últimas conclusões acerca da Estratégia Nacional da Luta Contra a Droga, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) esteve no Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) onde se encontrou com o director daquele organismo, João Goulão.
No final da reunião, Maria José Nogueira Pinto constatou que praticamente todos os objectivos traçados por esta estratégia não foram alcançados.
“Na parte da procura, oferta, tratamento, evidencia-se estagnação e até mesmo, em alguns casos, agravamento da situação”, sublinhou a candidata democrata-cristã, para quem esta reunião foi muito importante para poder compreender alguns dos indicadores.
Maria José Nogueira Pinto, acompanhada pelo líder do partido, José Ribeiro e Castro, acredita que esta é uma realidade que se reflecte desde logo na cidade lisboeta. “Lisboa é a capital e porta de entrada para muitos destes fenómenos. Por isso, é muito importante que a Câmara tenha um papel activo nesta matéria”, referiu, sublinhando ainda a importância de, “quer na prevenção, quer no tratamento, existir uma ligação através de uma rede de proximidade das pessoas”.
“A ideia que tenho é que a Câmara tem que ter um papel determinante”, acrescentou. Por exemplo, “na questão da prevenção sabemos como é importante actuar nas escolas e a Câmara tem aqui um papel a desempenhar”.
Para a candidata à presidência da autarquia lisboeta, “o caminho passa por traçar estratégias mais localizadas”, e “saber como a Câmara Municipal de Lisboa pode e deve intervir em estreita colaboração com o Instituto, a fim de conseguir planos estratégicos” para a cidade.
Ainda à porta do IDT, Maria José Nogueira Pinto cruzou-se com o ministro da Saúde, António Correia de Campos.

Da parte da tarde, o programa de pré-campanha da candidata do CDS-PP levou-a ao Ginásio Clube Português.
Instituição desportiva centenária, Maria José Nogueira Pinto, guiada pelo actual presidente da direcção e cabeça-de-lista do CDS-PP à freguesia dos Olivais, António Rosinha, teve oportunidade de visitar as instalações, bem como, de ter um pequeno briefing acerca da história daquele ginásio e dos seus futuros projectos, como é o caso da nova piscina e parque de estacionamento.

Publicado por CDSLX às 06:46 PM

setembro 17, 2005

Vida de artista

O programa de pré-campanha da candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, levou-a hoje a visitar o Banco de Voluntariado para a Cidade de Lisboa e a tão conhecida Casa do Artista.

O Banco do Voluntariado, criado no âmbito do pelouro da Acção Social da Câmara de Lisboa, é responsável pela ligação entre uma série de instituições – cerca de 70 no seu total – e os voluntários. E as áreas de acção são vastas, desde o domínio cívico, a acção social, a saúde, a educação, ciência, cultura, defesa do património, etc.
“Mas muitas vezes as associações tornam-se um pouco indisciplinadas e criam os seus próprios bancos”, constatou Maria José Nogueira Pinto, conferindo importância devida áquela organização.
“O voluntário funciona muitas vezes por impulso”, referiu a candidata democrata-cristã, sublinhando a impotância do “trabalho e triagem e formação”, também conduzido por aquele centro. Isto porque “se queremos ver uma tarefa terminada, temos que ter uma resposta contínua”.

Saída do Banco de Voluntariado foi tempo de seguir para a Casa do Artista, onde Raúl Solnado e Linda Silva receberam a candidata à Câmara de Lisboa de braços abertos.
O momento foi de convívio onde não faltaram as histórias de vida dos personagens principais daquela casa: bailarinas, responsáveis de guarda-roupa do antigo Parque Mayer, actores, cantores, encenadores que também são poetas. Pessoas que tudo têm em comum e que usam aquele espaço para um convívio diário.
Defendendo uma casa que se mostra exemplar, Raul Solnado não deixa de referir que “vários grupos profissionais estão agora a tentar juntar-se” para criar novas “Casas do Artista”, mas desta vez com enfermeiros, ferroviários, etc. “Vêm cá perguntar como é que fizemos”, acrescentou ainda o actor.
Para Maria José Nogueira Pinto, trata-se de uma espaço “muito agradável” e, sem dúvida, um exemplo a seguir.

Publicado por CDSLX às 08:28 AM

setembro 15, 2005

Uma vida de diferença

A candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, dividiu hoje o seu tempo de pré-campanha entre os mais tenros de idade e os mais experientes de vida.
A primeira paragem foi na Maternidade Alfredo da Costa, “uma homenagem clara ao local onde já nasceu mais de um milhão de lisboetas.

Fui directora desta casa numa altura particularmente crítica e conseguimos com a nossa equipa encontrar nichos de excelência, equipá-la tecnologicamente e catapultá-la para o lugar que merece”, contou a candidata democrata-cristã, garantindo que “Lisboa é um pouco como esta instituição. No dia 9 de Outubro, os lisboetas vão poder escolher entre obras de fachada ou uma renovação de fundo, tal como aconteceu aqui”. “Lisboa precisa de alguém que a agarre e lhe dê as condições que ela merece”, acrescentou peremptoriamente.

Maria José Nogueira Pinto percorreu os corredores da Maternidade Alfredo da Costa, acompanhada pelo actual director, Prof. Jorge Branco, relembrando os bons tempos que passou naquela instituição.
Da Maternidade Alfredo da Costa foi tempo de seguir para “O Cantinho dos Velhotes”, um espaço na Rua Campo de Ourique onde a Sociedade Filarmónica Alunos de Apolo disponibiliza refeições para os mais idosos e carenciados daquela freguesia.

Embora os Alunos de Apolo resistam apenas com as quotas dos seus associados e a receita dos bailes e dos cursos de dança que organiza, é com gosto que proporcionam aqueles almoços diários e aquele mesmo sítio de convívio.

Perante esta realidade, Maria José Nogueira Pinto não pôde deixar de constatar: “Quando a sociedade civil se move para fazer o papel do Estado, não se compreende como é que o Estado negligência e muitas vezes não apoia essa mesma sociedade civil”.

Publicado por CDSLX às 05:59 PM

setembro 14, 2005

Apostar no Turismo, apostar na competitividade

O Aeroporto de Lisboa, a alta velocidade ferroviária e as qualidades turísticas da capital foram alguns dos aspectos abordados na audição organizada ontem, no auditório do edifício novo da Assembleia da República, pelo grupo parlamentar do CDS-PP.

”As grandes opções de infra-estruturas e o Turismo como factor de competitividade para Lisboa” foi o tema escolhido para o debate que reuniu a candidata democrata-cristã à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto, o Vice-presidente da AR, ex-ministro do Turismo e cabeça-de-lista pelo CDS-PP à Assembleia Municipal de Lisboa, Telmo Correia, o presidente da Confederação do Turismo Português (CTP), Atílio Forte, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Vítor Filipe, e o presidente da Associação dos Hotéis de Portugal (AHP), Luís Alves de Sousa.

Depois das introduções levadas a cabo pelo presidente da bancada parlamentar do CDS-PP, Nuno Melo, Telmo Correia começou por lançar o mote: “Temos que pensar o que Portugal faz e o que pode fazer... quais deverão ser as suas áreas de aposta?”. Para o deputado, “o Turismo deverá ser uma aposta estratégica. O Turismo é o petróleo de Portugal, um factor-chave do nosso desenvolvimento. Mais ainda se pensarmos em Lisboa”.

E é em Lisboa que Maria José Nogueira Pinto pensa, à medida que afirma que “neste momento é preciso pôr um ponto final no declínio que se vive. Lisboa não tem tempo para mais asneiras, para mais atentados contra nós próprios”.

Para a candidata do CDS-PP à Câmara de Lisboa, “o panorama é o de uma cidade que precisa de ser revitalizada”.
“Tornar Lisboa competitiva é uma ambição de qualquer presidente de câmara” e “a questão do Turismo é um factor determinante para a competitividade da cidade”.

Por tal, Maria José Nogueira Pinto defende que se deve dar especial atenção às acessibilidades, à qualidade ambiental, às entidades prestadoras de serviços de qualidade (nomeadamente na área da Saúde), à desburocratização, à segurança, à sinalética, e até à poluição visual.

Mas no final, “um dos principais factores de competitividade para arranque é gostarmos de nós, é a auto-estima”, acrescenta.
A candidata democrata-cristã aposta numa competitividade de Lisboa que começa com “o arrumar da casa” e a revitalização da cidade, quer seja ao nível urbano, económico e humano. “Há que trazer as pessoas para a cidade, porque só as pessoas tornam a cidade viva e nós não queremos que os turistas visitem uma cidade morta”.

Publicado por CDSLX às 10:33 AM

setembro 08, 2005

Maria José Nogueira Pinto visita serviços da CML

Alguns departamentos da Câmara Municipal de Lisboa (CML) foram hoje visitados pela candidata do CDS-PP à autarquia lisboeta.

Acompanhada pelo vereador António Carlos Monteiro e pelo candidato Anacoreta Correia, Maria José Nogueira Pinto fez a primeira paragem do dia na Central de Controlo de Tráfego, onde, perante ecrãs que monotorizavam as principais artérias da cidade, recebeu explicações sobre o sistema “Gertrude”. Um sistema que gere em tempo real a regulação do tráfego em Lisboa.

Os acordos estabelecidos com a Carris, a manutenção das vias BUS, a supressão de algumas carreiras de eléctrico e a importância da Polícia Segurança Pública foram alguns dos temas abordados no encontro com o director municipal de Protecção Civil, Segurança e Tráfego, Álvaro Castro, e a directora do departamento de Segurança Rodoviária e Tráfego, Anabela Coucedo.

O Departamento de Acção Social da câmara foi o destino seguinte, onde a candidata do CDS-PP foi recebida por Rosa Sampaio.
À comitiva, a directora daquele departamento descreveu detalhadamente os vários atributos e iniciativas realizadas pela sua equipa, nomeadamente no trabalho com crianças, idosos, pessoas com deficiência, cidadãos em situação de risco ou exclusão relacionada com a saúde mental, ou com desempregados de longa duração e jovens à procura do 1º emprego.

Igualmente, na presença da vereadora da Acção Social, Helena Lopes da Costa, Rosa Sampaio explicou ainda o trabalho feito nas áreas do desenvolvimento comunitário e dos equipamentos sociais.

Parte integrante dos serviços desta vereação está o “Lx Amigo”, local da paragem seguinte da candidata democrata-cristã.
Um serviço de reparações que serve idosos com mais de 65 anos ou cidadãos com mobilidade reduzida com mais de 55 anos, o “Lx Amigo” tem vindo a ganhar cada vez mais notoriedade. Para Maria José Nogueira Pinto, “um trabalho muito importante”, especialmente para quem tem menos condições financeiras.

Por último, foi ainda tempo de fazer uma passagem pelo Centro de Recursos Multicultural, no Bairro Padre Cruz, onde a candidata, para além da secção destinada às comunidades imigrantes e minorias étnicas, visitou ainda uma exposição acerca do trabalho efectuado no âmbito da GEBALIS – Gestão de Bairros Municipais de Lisboa. A GEBALIS gere actualmente 70 bairros e 25 mil fogos, em áreas que abrangem cerca de 70 a 80 mil pessoas.

Publicado por CDSLX às 06:06 PM

setembro 06, 2005

Visita a Alfama e São Vicente

Na sua primeira visita no âmbito da campanha autárquica à Câmara Municipal de Lisboa (CML), Telmo Correia, cabeça de lista à Assembleia Municipal, esteve, acompanhado pelo segundo candidato do CDS à autarquia, Miguel Anacoreta Correia, esteve de visita às freguesias de St. Estêvão, S. Miguel e São Vicente de Fora.

Tendo em consideração a importância histórica de Alfama e de toda a sua vertente turística e cultural, bem como as condições dos lisboetas que lá habitam, a manhã começou com uma paragem no Museu do Fado.
Ouvindo as explicações feitas pela gestora do museu, Dra. Sara Pereira, os candidatos democratas-cristãos puderam fazer uma viagem pelo mundo do Fado, passando por réplicas das típicas tasquinhas e casas de fado, aprendendo algo mais sobre a construção das guitarras portuguesas, ou sobre a diferenciação entre fado menor, fado corrido e fado da mouraria. Foi referido, pelo anterior Ministro do Turismo, a importância do desenvolvimento do Turismo Cultural na Cidade de Lisboa.

O Centro Paroquial de Bem-estar e Social de Alfama foi a paragem seguinte da comitiva. Há mais de 25 anos em instalações provisórias, o centro alberga uma creche com cerca de 70 crianças. Situação que levou a directora pedagógica daquela instituição, Dra. Lurdes Torres, a reflectir juntamente com os candidatos acerca da falta de espaço e de jardins para tantas crianças, garantindo ainda que a creche subsiste “graças ao trabalho voluntariado”.
“Estes centros são muito importantes, pois sem eles a vida seria impossível para muitas pessoas”, comentou a propósito Anacoreta Correia.

A manhã foi ainda ocupada com um périplo pelas ruas de Alfama, onde os moradores e lojistas, aproveitando a presença de Telmo Correia, fizeram questão de falar acerca da actual gestão autárquica, podendo ainda contactar de perto com os candidatos democratas-cristãos àquelas freguesias.

Publicado por CDSLX às 09:40 PM

Um olhar sobre a prostituição

Para entender de forma integrada os problemas da prostituição, dos sem-abrigo e da toxicodependência, a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) visitou ontém várias instituições de auxílio social na zona do Intendente.

O périplo teve início no Centro de Apoio Social dos Anjos, onde Maria José Nogueira Pinto reuniu com o psicólogo Rui Pinheiro. À candidata, o especialista explicou que, com cerca de 900 utentes, aquele Centro de Apoio não só disponibiliza refeições e uma cama a quem mais precisa, como igualmente efectua todo um trabalho de encaminhamento. “Claro que passam por uma triagem porque, infelizmente, não podemos receber todos”, disse ainda o psicólogo, garantindo que muitas vezes são confrontados com problemas de alcoolismo, mudanças comportamentais e psicoses.

“O problema destas pessoas é muito mais profundo do que um problema de carência económica”, lembrou Maria José Nogueira Pinto.
Seguindo para o Centro de Acolhimento e Orientação da Mulher das Irmãs Oblatas, a candidata democrata-cristã foi recebida pelos responsáveis por aquele centro, que explicaram o importante papel que realizam junto das mulheres prostituídas. Desde as intervenções efectuadas directamente nas ruas, ao acolhimento através do Gabinete de Apoio à Mulher e à integração pessoal e profissional, as Irmãs Oblatas insistiram que a questão das prostituição é relegada muitas vezes para segundo plano devido “aos preconceitos sociais que existem”.

“Não se justifica a falta de preocupação que existe com a questão da prostituição”, começou por dizer a candidata à autarquia lisboeta, acrescentando: “Há uma má consciência em relação a este tema, que é mais delicado e as pessoas tendem a fugir dele”.
Para Maria José Nogueira Pinto é importante apostar numa “acção social a realizar em rede”, onde a CML e a Misericórdia trabalhem em conjunto. “Não se pode encarar as questões da prostituição pontualmente”. “Implica uma política pública, não podendo ficar só pela boa vontade das pessoas”, disse ainda.
No caso da autarquia, Maria José Nogueira Pinto defendeu que pode haver uma contribuição com centros de acolhimento, apartamentos de saída, formação profissional, etc.
A manhã foi ainda preenchida com uma visita à instituição “O Ninho”, que conta com 38 anos de existência e que, à semelhança das Irmãs Oblatas, trabalha com mulheres prostituídas.

Foi tempo ainda de defender que “na nossa sociedade a ausência de legislação é morte civil. Acho que deveria de haver alguma atenção e avaliação por parte dos órgãos de soberania sobre esta questão”. “Seria positivo que a Assembleia da República organizasse uma audição para conhecer melhor este fenómeno”, acrescentou a candidata.

Publicado por CDSLX às 01:44 PM

setembro 02, 2005

Uma Baixa problemática

O Café Nicola foi o ponto de encontro para um interessante debate sobre os problemas que actualmente afectam a Baixa Pombalina.
Numa conversa aberta organizada pela Associação de Dinamização da Baixa Pombalina, Maria José Nogueira Pinto ouviu atentamente as queixas apresentadas pelos representantes dos comerciantes daquela zona lisboeta.

A segurança e higiene, a circulação automóvel, o estacionamento e as cargas e descargas, bem como a necessidade de uma gestão integrada do centro histórico, foram os pontos focados.
“Para aguentar o que a Baixa tem aguentado é porque esta é uma zona extraordinária”, afirmou José Ratinho, membro da associação, acrescentando: “Nós somos comerciantes e temos graves problemas na Baixa. Precisamos de ver quais são os pontos em que a máquina está estrangulada”.
“Temos de tentar entender as causas desta situação, que são várias”, começou por dizer a candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Para Maria José Nogueira Pinto, “a questão do Rossio prende-se com o desprezo absoluto da sua manutenção. A nossa obrigação é prevenir e não remediar”, sublinhou a candidata democrata-cristã.

Defendendo que “não quisemos um programa vistoso, quisemos um programa exequível”, Maria José Nogueira Pinto advogou a favor do “aperfeiçoamento das medidas de segurança, reforçando os recursos”. Ainda, pela necessidade de “investir na higiene urbana. A questão da iluminação é muito importante e temos que conseguir retomar o hábito das pessoas virem à Baixa”.

Partidária de uma estratégia integrada para aquela zona lisboeta, a candidata à autarquia defendeu a existência de um pacote de medidas intercalares para conseguir a revitalização da Baixa. Medidas essas que ajudarão a travar o declínio que se tem vindo a sentir.

Sobre o estacionamento, Maria José Nogueira Pinto defendeu ainda que “temos que reorganizar aquilo que existe. Existe estacionamento, mas ele está a ser mal gerido. Temos que efectivamente melhorar o acesso à Baixa”.

No final, a democrata-cristã deixou o desafio: “Seria bom que quem ganhasse apresentasse um programa de governo de quatro anos para a cidade de Lisboa”, de formar a recolher todas as boas ideias existentes nos diferentes programas eleitorais para a CML.

Publicado por CDSLX às 04:56 PM

setembro 01, 2005

Visita da Candidatura da Dr.ª Maria José Nogueira Pinto ao Parque das Nações

(Notícia da ANMPN)

"Na sequência do convite do Dr. José Moreno presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações (AMCPN), deslocou-se à Marina do Parque das Nações - Edifício Nau -, a candidata à Câmara Municipal de Lisboa – Dr.ª Maria José Nogueira Pinto - acompanhada, entre outros, pelo Engº António Rosinha e Dr. Anacoreta Correia. A ANMPN esteve representada pelo presidente e vice-presidente respectivamente, Manuel Ventura e Paulo Andrade.

A candidata numa atitude informal convidou as duas associações presentes a juntarem-se à mesa para uma breve troca de impressões. A ANMPN entregou um dossier a cada um dos presentes contendo diversa documentação e expressou a sua indignação pelo desprezo a que a Marina foi votada não só pela Parque Expo, como também pela concessionária, autarquia e governo.
A Dr.ª Maria José N. Pinto mostrou-se chocada com toda a situação de desleixo e abandono em que se encontram a marina, o edifício Nau e respectivos arredores, bem como, pelo esbanjamento de recursos financeiros públicos efectuado ao longo dos últimos anos, sem qualquer resultado para o restabelecimento da operação da marina.


Afirmou ter enorme dificuldade em compreender como é possível não potenciar uma infra-estrutura como a Marina do Parque das Nações, decerto geradora de evidentes mais valias para os potenciais investidores e agentes económicos. Por outro lado reconheceu não ser admissível que a cidade de Lisboa permita ter no seu seio tamanho e absurdo espectáculo.

A nossa associação fez notar que a Câmara Municipal de Lisboa tem responsabilidades no estado actual da marina, já que, nada faz para sentar à mesa as partes interessadas e congregá-los num desígnio comum que permita, de uma vez por todas, desbloquear o processo. É o interesse público que o exige!
A candidata afirmou que a sua candidatura não tem nada de novo para oferecer, já que, o trabalho que está por acabar na cidade de Lisboa é mais do que suficiente para a vigência de um mandato. A Marina do Parque das Nações é um entre muitos exemplos do que atrás ficou referido, para a qual é fundamental uma solução urgente.

Entende que a CML pode e deve assumir um papel mais activo na tentativa de contribuir para uma solução que acabe de uma vez por todas com a péssima imagem que todo o local apresenta e permita a operacionalidade daquela que será a primeira marina da capital. Chamámos à atenção da Dr.ª Maria José para o desmazelo e para a acumulação de lixo na ponte-cais e quebra-mares, locais tomados novamente de “assalto” pelos pescadores de cana (estavam dezenas à hora da visita), em atitude de completo afrontamento à placa de “Proibição de Pescar” (resta apenas uma das três placas afixadas há cerca de um mês, verdadeiro exemplo da falta autoridade e de zelo por parte da Parque Expo, naquele espaço.)
Ficámos cientes do interesse da candidata que mostrou possuir ideias firmes e concretas sobre a necessidade de dinamizar as frentes ribeirinhas da cidade, a náutica de recreio e o turismo de vertente náutica.

A Direcção da ANMPN

Publicado por CDSLX às 04:43 PM

agosto 31, 2005

A aposta no apoio domiciliário integrado

A candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) esteve hoje nas freguesias de Campolide, Stª Isabel, Stº Condestável e Lapa.

De visita à unidade local do Centro de Saúde de Vale de Alcântara da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Maria José Nogueira Pinto pôde constatar as evoluções do projecto-piloto de apoio domiciliário integrado.

Tendo o projecto arrancado em 2004, sob o apoio da Misericórdia (numa altura em que Maria José Nogueira Pinto era provedora da Santa Casa), este reúne profissionais da área social e da saúde “com o objectivo de proporcionar uma melhor qualidade de vida aos nossos idosos”, como explicou o responsável por aquela unidade. José Cunha não deixou de referir: “Estamos sempre carentes de apoio da CML para, por exemplo, efectuar pequenas obras nos domicílios”, que poderão ir desde a retirada de barreiras arquitectónicas, instalações de corrimões, etc.

Acompanhada pelo presidente do CDS-PP, Dr. Ribeiro e Castro, o qual fez questão de destacar a “qualidade política e humana” de José Nogueira Pinto, a candidata democrata-cristã explicou que numa fase inicial “tentou perceber-se o que se iria passar com a população lisboeta e o seu crescente envelhecimento”. “Se possível, as pessoas têm que ficar nas suas casas. Mas para isso precisam de apoio domiciliário. Este projecto está em fase piloto para acertar agulhas e mais tarde ser aplicado a toda a cidade”, acrescentou.

Falando ainda sobre as residências assistidas, a candidata do CDS-PP frisou que “não devemos desperdiçar a oportunidade de na reabilitação urbana pensar nesta componente”.

Seguindo para o Centro de Apoio Diurno a Doentes de Alzheimer, onde foi recebida pela vice-presidente, Leonor Guimarães, Maria José Nogueira Pinto foi informada, mais uma vez, sobre as necessidades que aquele centro enfrenta.
“Daqui a 10 anos estamos perante um problema muito grave causado por doenças degenerativas”, sublinhou a candidata à autarquia lisboeta. “O Estado tem que promover a satisfação das necessidades básicas. Não percebo a subversão em que vivemos – e não estou a falar de nenhum governo em especial – em que os privados avançam de boa vontade e o Estado ajuda quando quer. Temos que mudar este relacionamento”.

O dia de pré-campanha foi ainda ocupado com uma visita à Igreja Santo António de Campolide, ao Bairro da Bela Flor (onde foi recebida pela associação de moradores) e uma passagem pelo Santana Futebol Clube, bem como pelo Sport Lisboa e Lapa.

A Sociedade Filarmónica Alunos de Apolo foi igualmente uma das paragens do dia. Apesar de toda a sua história, o vice-presidente dos Alunos de Apolo, Aurélio Torres, agradecendo a visita da candidata, aproveitou a oportunidade para referir que “as verbas não são muitas e provêem das receitas de quotização e dos bailes que organizamos. De vez em quando o Governo Civil mobiliza-se, mas às vezes não sabemos como o dinheiro chega para tudo”, nomeadamente para distribuir almoços aos mais idosos.

Publicado por CDSLX às 07:07 PM

agosto 30, 2005

Por um novo urbanismo

O dia de pré-campanha da candidata do CDS-PP à presidência da Câmara Municipal de Lisboa (CML) levou-a hoje a visitar as freguesias de Marvila, Beato e Stª Maria dos Olivais.

Contando com a presença de Manuel Salgado, especialista em questões urbanísticas e responsável pela cadeira de Projecto Final (5º ano) da licenciatura em Arquitectura do Instituto Superior Técnico – sendo o tema de estudo deste ano “Uma Nova Centralidade para Chelas” –, Maria José Nogueira Pinto pode constatar a realidade que se vive naqueles bairros sociais e ouvir algumas explicações por parte do arquitecto.

“É uma zona onde se cruzam uma série de problemas, mas onde é possível introduzir algumas soluções urbanísticas, juntamente com todo o trabalho social junto da comunidade”, afirmou a candidata democrata-cristã, frisando ainda: “É possível fazer esta reabilitação e não devemos desistir de melhorar este espaço”.

Sobre a presença do arquitecto Manuel Salgado, Maria José Nogueira Pinto sublinhou que a mesma “não significa o apoio à candidatura”. “É uma presença como especialista”.
Também Manuel Salgado esclareceu a sua ida com a candidata democrata-cristã à zona de Chelas: “Foram feitos comentários que podem ajudar qualquer candidatura. A minha disponibilidade para trabalhar por Lisboa é total. A minha presença é apenas e só como arquitecto”.

Saindo da Zona J, Maria José Nogueira Pinto visitou ainda o Bairro do Armador e o Edifício Pantera Cor-de-rosa, no Bairro dos Lóios, seguindo para o Clube Oriental de Lisboa.

Tendo sido a primeira candidata a aceitar o convite daquele clube para visitar as instalações, a candidata esteve com o presidente do Oriental, José Nabais, que explicou os vários problemas que aquele clube tem vindo a enfrentar, nomeadamente por falta de apoios, e saudou o trabalho levado a cabo por Krus Abecassis aquando da sua passagem pela CML.

Para a candidata à autarquia lisboeta “se estas associações têm interesse público, o relacionamento com a Câmara Municipal e as outras entidades não pode ser um relacionamento de pedinte. É preciso dignificar as relações com a CML. Se tem interesse público é uma obrigação a Câmara seguir esse interesse e não um favor”.

A agenda do dia de hoje contou ainda com uma visita às instalações da Associação “Tempo de Mudar” do Bairro dos Loios e um encontro com representantes da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações e da Associação Náutica da Marina do Parque das Nações, os quais acusaram a autarquia e a Parque Expo de “abandono e desleixo” daquela doca.

O fim deste dia de pré-campanha levou ainda Maria José Nogueira Pinto de volta ao Bairro do Condado (Zona J), desta feita para visitar as instalações da ACAPO. “Temos tido uma especial atenção desde o princípio para a questão da deficiência”, afirmou a candidata democrata-cristã, defendendo que “esta é uma cidade hostil” para os deficientes, sendo que “uma cidade civilizada é uma cidade onde todos podem viver”.

“Espero que qualquer que seja o local que venha a ocupar na CML, seja uma voz para defender aqueles que não têm voz”, disse, por último, o responsável por aquele centro de formação profissional, Eng. Riso Calado.

Publicado por CDSLX às 07:16 PM

agosto 29, 2005

Visita ao Canil e Gatil Municipal

Maria José Nogueira Pinto visitou esta tarde o Canile o Gatil Municioal de Lisboa, acompanhada pelo Vereador António Carlos Monteiro, e terceiro candidato do CDS à CML, Orísia Roque, presidente da Concelhia do CDS de Lisboa, entre outros elementos das listas democrata-cristãs.

No fim da visita e da reunião com os responsáveis da CML, Maria José apresentou as suas propostas eleitorais nesta área:

Resumo de Propostas para o Melhoramento
do Canil e Gatil Municipal de Lisboa


Condições Sanitárias

Implementação dum programa de saúde preventiva e controlo sanitário, no qual se incluem as seguintes medidas:

- Realização de exame clínico a todos os animais após a captura, identificação de patologias e implementação do respectivo tratamento.
- Eutanásia dos animais irrecuperáveis.
- Criação de espaços de isolamento para os animais recém introduzidos.
- Despiste de zoonoses (leishmaniose) e eutanásia dos animais positivos.
- Despiste de doenças infecto-contagiosas particularmente relevantes (ex.: imunodeficiência e leucemia felinas, dirofilariose, esgana, etc.).
- Desparasitação interna e externa.

Este programa visa a reabilitação rápida e eficaz dos animais capturados, com vista à sua esterilização cirúrgica e subsequente adopção. Desta forma é possível intervir no melhoramento da saúde pública, na diminuição da incidência de doenças transmissíveis e no estímulo à adopção responsável de animais abandonados.

Igualmente importante é a criação dum manual de boas práticas de trabalho de forma a prevenir surtos de doenças contagiosas nas instalações camarárias e diminuir o risco de doenças profissionais nos trabalhadores (uso de protecção auricular, luvas e roupa de trabalho adequada).


Bem-estar Animal

- Criação de recintos ao ar livre para passeio diário dos animais.
- Desenho adequado das instalações, com áreas de isolamento e quarentena, recobro, manutenção, passeio e limpeza dos animais para adopção.
- Aplicação de feromonas nos gatis.
- Distribuição dos animais pelas instalações de acordo com as suas condicionantes biológicas e comportamentais.


Formação Profissional

- Desenvolvimento de acções de formação contínua aos trabalhadores do canil e gatil, bem como aos agentes da PSP, GNR, Bombeiros e Polícia Municipal no âmbito das técnicas adequadas de captura, primeiros socorros e maneio de animais.

Combate ao Abandono de Animais de Companhia

- Fiscalização do cumprimento da legislação referente à identificação electrónica (microchip) dos animais de companhia – utilização de leitores de microchip pelos agentes policiais em patrulha.
- Criação de um fundo de apoio a proprietários de animais de companhia carenciados
(comparticipação por parte do município na esterilização e microchipagem dos animais).
- Criação de coimas para penalizar os maus-tratos, o abandono e o incumprimento da identificação electrónica e registo obrigatórios de animais de companhia.


Doação de Animais

- Organização de campanhas de doação de animais abandonados e sua publicitação (brochuras a distribuir pelos serviços camarários e pelas clínicas veterinárias do concelho, spots televisivos, mupis, etc.).
- Promoção da adopção responsável de animais abandonados através da oferta da vacinação, desparasitação, esterilização e microchipagem dos mesmos.
- Contratação de técnicos de relações públicas para acolher as visitas e os potenciais futuros donos dos animais a adoptar, promover a imagem do serviço e gerir as campanhas junto da comunidade.


Medidas de Dinamização e Apoio ao Canil e Gatil Municipais

- Organização de estágios a realizar no canil/gatil para alunos de Medicina Veterinária e Enfermagem Veterinária.
- Desenvolvimento de parcerias e protocolos com entidades privadas (hospitais e clínicas veterinárias, associações de protecção animal) e Faculdades de Medicina Veterinária no sentido de se obter apoio clínico para o tratamento e esterilização dos animais abandonados.

Lisboa, 28 de Agosto de 2005

Publicado por CDSLX às 03:41 PM

agosto 25, 2005

25 de Agosto - o dia do Incêndio do Chiado

foto Terra Portugal

No mesmo dia da efeméride que assinala a data do incêndio que destruiu o Chiado em 1988, Maria José Nogueira Pinto participou numa reunião com os bombeiros voluntários de Lisboa e com uma vogal do Fundo Remanescente de Reconstrução do Chiado.

Para a candidata democrata-cristã, a reconstrução daquela zona lisboeta “foi feita de acordo com um modelo com o qual não concordamos”, uma vez que “a habitação ficou muito cara” e “foi feita sem pensar no parqueamento para residentes” e interrogou-se sobre “as razões que levaram Carmona Rodrigues a não avançar com o alargamento do parque de estacionamento do Largo Camões para o Largo Barão de Quintela, única possibilidade de criar uma quota de estacionamento para residentes”.

“Pretendemos fazer uma reflexão que permitisse pensar na reconstrução da Baixa-Chiado através da coordenação feita por uma só entidade e uma política por parte da câmara que seja pró-activa e não reactiva”, defendeu Maria José Nogueira Pinto.

Percorrendo as ruas do Chiado, Maria José Nogueira Pinto não deixou de notar os vários edifícios que se encontram em mau estado ou devolutos. Para a candidata deveriam ser ponderados os modelos de residência assistida, revitalizando as habitações e dando nova esperança aos mais idosos, os quais constituem hoje 25 por cento da população lisboeta.

Publicado por CDSLX às 07:16 PM

agosto 09, 2005

Maria José Nogueira Pinto visita Protecção Civil

reunião no SMPC

A cabeça de lista do CDS para a Presidência da ML visitou hoje, terça-feira, o Serviço Municipal de Protecção Civil (SMPC), acompanhada pelos candidatos Miguel Anacoreta Correia e José Rui Roque.

A campanha “Lisboa com certeza Em Boas Mãos” foi recebida por Álvaro Castro, Director Municipal de Protecção Civil, Segurança e Tráfego, assim como pelo Eng. Vítor Vieira e Dr.ª Rute carvalho, das Divisões de Planeamento e Operações e Formação e Informação, respectivamente.

Além do melhor conhecimento sobre a Direcção Municipal de Protecção Civil, Segurança e Tráfego, foram discutidas as dimensões sociais – muitas vezes as maiores vítimas de acidentes, catástrofes e calamidades, são pessoas desfavorecidas – e de solidariedade – a acção conjunta dos cidadãos e dos organismos públicos perante uma emergência - da Protecção Civil.

A constante necessidade de actualização do Plano Municipal de Emergência e os Planos sectoriais (como o Plano de Emergência para a Zona Ribeirinha que está a ser ultimado) foram também debatidos entre a candidata do CDS e os responsáveis do SMPC.

A experiência de Maria José Nogueira Pinto, na Maternidade Alfredo da Costa como na Misericórdia de Lisboa, levaram a cabeça de lista a afirmar “a necessidade de uma cultura de Segurança” nos organismos públicos, assim como a reconhecer a importância de apoiar os Centros de Apoio à População Sinistrada. Estes centros têm de existir em 4 ou 5 locais da cidade de Lisboa, com equipamento para apoio e informação da população para, no caso de uma emergência, libertar os hospitais da capital que devem cumprir a sua função prioritária de socorro.

Também a ideia de reforço das Juntas de Freguesia, como base de uma rede das comunidades, foi referida como centros de primeiro auxílio, que é fornecido pelas populações locais.

Publicado por CDSLX às 03:51 PM

agosto 05, 2005

Freguesias de Lisboa

Os candidatos do CDS a presidentes de Junta de Freguesia, de Lisboa, foram apresentados, juntamente com as listas à Assembleia Municipal e CML.

Para quem não esteve presente, basta clicar em "Continue a ler" para conhecer os candidatos.

Junta de Freguesia de Ajuda
Ricardo Tamagnini Bandeirinha

Junta de Freguesia de Alcântara
Beatriz Soares Carneiro

Junta de Freguesia de Alto do Pina
Luís Marcos

Junta de Freguesia de Alvalade
António Ferreira Gomes

Junta de Freguesia de Ameixoeira
Tiago Gonçalves Pereira

Junta de Freguesia de Anjos
Alexandre de Jesus

Junta de Freguesia de Beato
Júlio Prata Sequeira

Junta de Freguesia de Benfica
João Vitorino da Silva

Junta de Freguesia de Campo Grande
José Lima Andrade Correia

Junta de Freguesia de Campolide
João Oliveira

Junta de Freguesia de Carnide
José Rui Roque

Junta de Freguesia de Castelo
António Costa Guerra

Junta de Freguesia de Charneca
Guilherme Rosenbusch Rosa

Junta de Freguesia de Coração de Jesus
Bruno Costa

Junta de Freguesia de Encarnação
João Diogo Moura

Junta de Freguesia de Graça
Francisco D`Aguiar

Junta de Freguesia de Lapa
Pedro Cassiano Neves

Junta de Freguesia de Lumiar
Maria Clara Ferreira da Silva

Junta de Freguesia de Madalena
Jorge Gonçalves

Junta de Freguesia de Mártires
João Orey Brito e Cunha

Junta de Freguesia de Marvila
César Valentim

Junta de Freguesia de Mercês
Sofia Athayde

Junta de Freguesia de Nossa Sebhora de Fátima
Maria Manuela Cruto e Silva

Junta de Freguesia de Pena
Maria Isabel da Veiga Cabral

Junta de Freguesia de Penha de França
Albino Gaspar Gonçalves

Junta de Freguesia de Prazeres
Paulo Pinto Mascarenhas

Junta de Freguesia de Sacramento
Jorge Madrugo Garcia

Junta de Freguesia de Santa Catarina
Francisco Campello

Junta de Freguesia de Santa Engrácia
Silvia Zambujal Gomes

Junta de Freguesia de Santa Isabel
Margarida Pardal

Junta de Freguesia de Santa Justa
Duarte Silveira

Junta de Freguesia de Santa Maria de Belém
Nuno Bonneville

Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais
António Rosinha

Junta de Freguesia de Santo Condestável
Carolina de Sá

Junta de Freguesia de Santo Estevão
Pedro Agria Torres

Junta de Freguesia de Santos-o-Velho
José Luís Gordo

Junta de Freguesia de São Cristovão e São Lourenço
Vanessa Santa Rosa Corte

Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica
Fernanda Wandschneider

Junta de Freguesia de São Francisco Xavier
Telmo Correia

Junta de Freguesia de São João
Carlos Ferreira Barroso

Junta de Freguesia de São João de Brito
João Pedro Gonçalves Pereira

Junta de Freguesia de São João de Deus
Carlos Melo Barroso

Junta de Freguesia de São Jorge de Arroios
António Prazeres e Costa

Junta de Freguesia de São José
Joaquim Santos Elias

Junta de Freguesia de São Mamede
Alberto Coelho

Junta de Freguesia de São Miguel
João Cruz Moreira

Junta de Freguesia de São Nicolau
João Freitas Ferreira

Junta de Freguesia de São Paulo
Joana Mota

Junta de Freguesia de São Sebastião da Pedreira
Carlos Oliveira Andrade

Junta de Freguesia de Santiago
Tiago Afonso

Junta de Freguesia de São Vicente Fora
Helena da Costa Pereira

Junta de Freguesia de Sé
Eduardo Moura Martinho

Junta de Freguesia de Socorro
Américo Relvas

Publicado por CDSLX às 02:15 PM

julho 26, 2005

Maria José Nogueira Pinto visita a Freguesia de são Nicolau

A Campanha "Lisboa com certeza Em Boas Mãos" visitou hoje, terça-feira 26 de Julho", a Freguesia de São Nicolau.

Maria José Nogueira Pinto, acompanhada pelos elementos da lista para a CML Anacoreta Correia e António Carlos Monteiro, além do candidato do CDS à Junta de Freguesia de São Nicolau João Freitas Ferreira, visitou várias instituições desta freguesia da Baixa, que tem o maior índice de envelhecimento do Concelho de Lisboa.

A questão da segurança foi o tema abordado na reunião com o Comandante da esquadra do Arsenal (1ª Divisão da PSP), sendo focados os programas de proximidade como os serviços "Apoio ao Idoso" e "Comércio Seguro".

A problemática do envelhecimento é particularmente grave nesta zona, considerando que os idosos habitam em prédios sem elevador o que dificulta a sua mobilidade e aumenta o seu isolamento.

Vários responsáveis locais referiram este estigma do "Quarto andar sem elevador", que funciona como um isolamento compulsivo de pessoas que, noutras circunstâncias, poedriam ainda ter alguma actividade e convívio.

Também as Instituições de Solidariedade Social visitadas estão particularmente vocacionadas para o apoio a idosos e o combate ao seu isolamento, tendo estes contactos confirmado a situação de desertificação da Baixa e os problemas sociais resultantes do seu elevado índice de envelhecimento.

Publicado por CDSLX às 05:14 PM

As Listas de candidatos

As listas de candidatos, para a Câmara Municipal de Lisboa e para a Assembleia Municipal, foram apresentadas à Comunicação Social na passada quinta-feira, assim como o programa eleitoral que pode descarregar (ficheiro .pdf) no "sidebar" do lado direito.

Para ver as listas, encabeçadas pela Dr.ª Maria José Nogueira Pinto e pelo Dr. Telmo Correia, Continue a ler "As Listas de candidatos"

Lista para a Assembleia Municipal (primeiros dez candidatos):

Telmo Correia
José Rui Roque
Pedro Sampaio Nunes
Carlos Barroso
Carlos Andrade
João Pedro Gonçalves Pereira
Nuno van Uden
Vitorino Silva
António Corria Alemão
Tiago Pessoa

Lista para a Câmara Municipal de Lisboa:

Maria José Nogueira Pinto
Miguel Anacoreta Correia
António Carlos Monteiro
João Almeida
Fernando Chaves Correia
Jorge Garcia
Francisco de Aguiar
António Esteves da Fonseca
Maria Clara Ferreira da Silva
Beatriz Soares Carneiro
Correia de Paiva
Diogo Belford Henriques
Rita Costela
Vítor Graça
António Rosinha
Maria Adelaide Lucas Pires
António Ferreira de Lemos

Publicado por CDSLX às 05:02 PM

julho 04, 2005

Maria José Nogueira Pinto

Maria José Avillez Nogueira Pinto tem 53 anos, é casada e mãe do Eduardo, da Catarina e da Teresa. Nasceu em Lisboa, na casa onde ainda hoje vive, no Campo Grande.

Licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra exerceu, até ao momento, os seguintes cargos:
- Investigadora do Gabinete de Estudos Rurais da Universidade Católica
- Vice-Presidente do Instituto Português de Cinema
- Adjunta da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
- Provedora Interina da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
- Directora da Maternidade Alfredo da Costa
- Subsecretária de Estado da Cultura
- Consultora da Fundação Calouste Gulbenkian
- Deputada da Assembleia da República, por Lisboa, CDS-Partido Popular
- Líder do Grupo Parlamentar do CDS-Partido Popular
- Administradora da Fundação para a Saúde
- Representante de Portugal na Secretaria de Cooperação Ibero-Americana

Foi, ainda, autora do livro “o Direito da Terra”, colaboradora da Enciclopédia Jurídica e da Enciclopédia Luso-Brasileira, do Jornal Expresso, Público, A Capital, Diário Económico, RTP e SIC.

Integrou as Comissões para o Ano Internacional da Família e para o Ano Internacional do Voluntariado, a título individual, por nomeação do Primeiro-Ministro.

Foi desde 2002, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Apresentou, neste mês de Junho, a sua candidatura à Câmara Municipal de Lisboa com a campanha "Lisboa com certeza Em Boas Mãos".

Publicado por CDSLX às 07:12 PM